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	<title>Arquivos Professor Saulo Carvalho &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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	<description>Treinamentos e Programas de Desenvovimento Empresarial</description>
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	<title>Arquivos Professor Saulo Carvalho &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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		<title>Inteligência emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 11:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista de Gestão e Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos modelos de inteligência emocional, cada um com seu conjunto de capacidades agrupados e tratados como “QE”. Entenda melhor a importância de ferramentas para o mapeamento e desenvolvimento da inteligência emocional, suas competências e impactos no Clima Organizacional das empresas.</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
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														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><strong>Volume 21 Nº 1 (2021) REGEM nov 2021</strong></p><p style="text-align: left;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</p><hr /><h3 style="text-align: left;"><strong>Inteligência Emocional nas empresas</strong></h3><p style="text-align: left;">Esther é uma gerente benquista de uma pequena equipe. Gentil e respeitosa, ela é sensível às necessidades dos outros, uma solucionadora de problemas, e alguém que tende a ver contratempos como oportunidades; está sempre comprometida e é uma fonte de tranquilidade para seus colegas. </p><p style="text-align: left;">Seu gerente sente-se afortunado por ter uma subalterna com quem é tão fácil trabalhar, e frequentemente a cumprimenta por seus altos níveis de inteligência emocional, ou IE. </p><p style="text-align: left;">Esther, de fato, conta a IE como um de seus pontos fortes, e é grata por ter ao menos uma coisa na qual não precisa aprimorar como parte de seu processo de desenvolvimento como líder. É estranho que mesmo com sua visão positiva, Esther esteja começando a sentir-se estagnada em sua carreira. </p><p style="text-align: left;">Ela simplesmente não tem sido capaz de demonstrar o tipo de desempenho esperado por sua empresa. E está começando a pensar: g<em>rande coisa a inteligência emocional.</em></p><p style="text-align: left;">A armadilha na qual Esther e seu gerente caíram é comum: eles estão definindo inteligência emocional de maneira muito limitada. Por estarem se concentrando somente na sociabilidade, na sensibilidade e na qualidade de ser agradável que Esther possui, estão deixando de lado elementos fundamentais da inteligência emocional que podem fazê-la uma líder mais forte e eficaz. </p><p style="text-align: left;">Esse conceito defendido por artigo publicado na HBR por <em>Daniel Goleman</em> e <em>Richard Boyatzis</em> ressalta as qualidades que uma gerente positiva e gentil como Esther podem não possuir: capacidade de dar<em> feedbacks</em> complicados para seus empregados, coragem de desagradar alguém e promover mudanças, criatividade para ter ideias diferentes. </p><p style="text-align: left;">Mas essas lacunas não são resultado da inteligência emocional de Esther; são apenas prova de que suas qualidades de IE são desiguais. </p><h3 style="text-align: left;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/cursos-e-treinamentos/" target="_blank" rel="noopener">Modelos de Inteligência Emocional</a></h3><p style="text-align: left;">Ainda segundo o artigo existem muitos modelos de inteligência emocional, cada um com seu conjunto de capacidades; eles são frequentemente agrupados e tratados como “QE” (quociente emocional) no jargão popular e p<span style="background-color: transparent;">ara conseguir ter sucesso, líderes precisam </span><a style="background-color: transparent;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>desenvolver um equilíbrio de pontos fortes entre um conjunto de competências de IE</strong></a><span style="background-color: transparent;">. Quando fazem isso, ótimos resultados nos negócios se apresentam já em curto e médio prazos.</span></p><p style="text-align: left;">A partir dos modelos e competências emocionais apresentadas por <em>Goleman</em> e <em>Boyatzis</em> bem como nas capacidades de autogestão e autoconhecimento que também aparecem na obra do Prof. Henry Mintzberg, o <strong>Consultor e Prof. MSc. Saulo Carvalho</strong> desenvolveu e aplica poderosa ferramenta de desenvolvimento e desempenho que baseia-se em <strong>8 pilares</strong>. São eles: <strong>Produtividade, Criatividade, Habilidade técnica, Compromisso, Abertura a novas ideias, Relacionamento, Trabalho em equipe e Liderança</strong>. </p><p style="text-align: left;">Na prática, a condução do desenvolvimento desses pilares mostrou-se extremamente eficaz aos resultados e produtividade das empresas e dos funcionários por se basear no equilíbrio entre QI e IE.</p><p style="text-align: left;">Em artigo publicado na <a href="https://ibluemarketing.com.br/revista/" target="_blank" rel="noopener"><strong>REGEM &#8211; Revista de Gestão e Marketing</strong></a> entitulado: <a href="https://ibluemarketing.com.br/gestao/o-poder-do-desenvolvimento-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>O Poder do Desenvolvimento das Pessoas</strong></a>, o consultor e <strong>Prof. MSc. Saulo Carvalho </strong>ressalta a <strong>eficácia prática na utilização dessa ferramenta técnica que promove e executa a gestão do desenvolvimento</strong> de profissionais nos três níveis de gestão.</p><h3 style="text-align: left;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/cursos-e-treinamentos/" target="_blank" rel="noopener">INTELIGÊNCIA EMOCIONAL: GESTÃO PRÁTICA</a></h3><blockquote><h4 style="text-align: left;">Empresas que valorizam e se empenham para promover o desenvolvimento de seus colaboradores criam em médio e longo prazos grandes diferenciais competitivos nos mercados em que atuam.</h4><h4 style="text-align: left;">Em minha prática consultiva diária a empresas de diversos segmentos (do varejo à indústria, serviços e passando pelo segmento de TI) está clara a fragilidade – muitas vezes ausência total – das ações que promovem qualidade contínua no processo de desenvolvimento individual com foco a melhores resultados e, sobretudo, resultados sustentáveis para empresas de qualquer porte e faturamento.</h4><h4 style="text-align: left;">Existem ainda em pleno século XXI, por mais inacreditável que isso seja em dias atuais, barreiras de entendimento em nível estratégico dessas empresas, em relação a necessidade de ações desenvolvimento individual baseadas em ciência e prática corporativa. Ou seja, a maioria dos CEOs, diretores e proprietários de empresas ainda não vislumbra a importância do mapeamento e condução do desenvolvimento individual para os resultados – lucro – sustentável de suas operações. Antes desse entendimento, a maioria obviamente não apoia processos científicos que estejam ligados ao desenvolvimento individual.</h4><h4 style="text-align: left;">No entanto, após superarem as barreiras iniciais, os CEOs, diretores e proprietários de empresas que passam a apoiar e investir em processos de desenvolvimento individual, constatam que os resultados operacionais são altamente compensadores.</h4><h4 style="text-align: left;">Prof. MSc. Saulo Carvalho</h4></blockquote><h3 style="text-align: left;">LEIA TAMBÉM: <a href="https://ibluemarketing.com.br/gestao/o-poder-do-desenvolvimento-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener">O PODER do DESENVOLVIMENTO de PESSOAS</a></h3><p style="text-align: left;">O artigo sobre inteligência emcional publicado na Harvard Business Review ainda afirma que pessoas com muitos pontos fortes de liderança aparente podem estar em situação de entender melhor essas áreas da IE onde há espaço para se desenvolver e que não se pode fundamentar o desenvolvimento de um líder pressupondo que a IE está somente ligada a ser gentil e alegre, ou que sua IE é perfeita caso você assim seja. Ou, pior ainda, pressupor que a IE não pode ajudá-lo a ter sucesso em sua carreira.</p><h5 style="text-align: left;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></h5><p style="text-align: left;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></p><p style="text-align: left;"><i>Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></p><p style="text-align: left;"><strong><em>Lattes CNPq: <a href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></p><p style="text-align: left;"><em>Referências: </em></p><p style="text-align: left;"><em>Harvard Business Review: https://hbr.org/2017/02/emotional-intelligence-has-12-elements-which-do-you-need-to-work-on. traduzido e analisado. Daniel Goleman e Richard E. Boyatzis. Acessado em outubro de 2021.</em></p><p style="text-align: left;"><em>MINTZBERG, Henry. (2008) [1989], Le Management: Voyage Au Centre Des Organisations. Paris, Éditions d’Organisation.</em></p><p style="text-align: left;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></p><hr />								</div>
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		<title>O poder do desenvolvimento de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 14:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Prof. Saulo Carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após anos de prática técnica e estudos acadêmicos sobre gestão de pessoas e desenvolvimento operacional, proponho 8 pilares de abordagem em desenvovimento individual, objetos da Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI).</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 20 Nº 1 (2021) REGEM ago 2021</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>

<h5 style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em><strong>por</strong> Prof. Saulo Carvalho</em></span></h5>
<h5 style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h5>

<hr />

<h3><span style="color: #333333;">DESENVOLVIMENTO TÉCNICO e COMPORTAMENTAL DE PESSOAS: OS BENEFÍCIOS PARA SUA EMPRESA</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Empresas que valorizam e se empenham para promover o desenvolvimento de seus colaboradores criam em médio e longo prazos grandes diferenciais competitivos nos mercados em que atuam.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Em minha prática consultiva diária a empresas de diversos segmentos (do varejo à indústria, serviços e passando pelo segmento de TI) está clara a fragilidade – muitas vezes ausência total – das ações que promovem qualidade contínua no processo de desenvolvimento individual com foco a melhores resultados e, sobretudo, resultados sustentáveis para empresas de qualquer porte e faturamento.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Existem ainda em pleno século XXI, por mais inacreditável que isso seja em dias atuais, barreiras de entendimento em nível estratégico dessas empresas, em relação a necessidade de ações desenvolvimento individual baseadas em ciência e prática corporativa.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ou seja, a maioria dos CEOs, diretores e proprietários de empresas ainda não vislumbra a importância do mapeamento e condução do desenvolvimento individual para os resultados – lucro – sustentável de suas operações. Antes desse entendimento, a maioria obviamente não apoia processos científicos que estejam ligados ao desenvolvimento individual.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No entanto, após superarem as barreiras iniciais, os CEOs, diretores e proprietários de empresas que passam a apoiar e investir em processos de desenvolvimento individual, constatam que os resultados operacionais são altamente compensadores.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-8953" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Pessoas-iBlueMarketing2-300x200.jpg" alt="" width="450" height="300" /></span></p>
&nbsp;
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Projetos e processos de qualidade contínua devem ser objetos de busca incansável de toda empresa. Entendemos que tais projetos e processos devam ter objetivos claros ao se desenvolverem. Também é absolutamente razoável constatarmos que as sementes de projetos e processos necessitam ser lançadas e cultivadas em solo fértil para darem frutos. <strong>O solo fértil de qualquer organização são as pessoas que nela atuam!</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por essa razão torna-se também lógico que, antes de lançar mão do cultivo de quaisquer projetos e processos, a empresa deva tratar de forma antecipada e adequada seu solo fértil, para que as sementes de fato cresçam e deem frutos (lucro a todas e a todos) de forma sustentável.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Vi e vejo sem número de empresas que iniciam projetos e processos de melhoria de toda natureza, mas não tratam o solo. Por isso os projetos e processos não vingam. Vi e vejo recursos financeiros e humanos serem desperdiçados por isso. Há a necessidade de gestores e proprietários de empresas estudarem um pouco mais, ouvirem um pouco mais a voz da ciência e da prática corporativa, e levantarem a cabeça do avestruz imerso e míope dentro de suas operações de rotina para entenderem que o tratamento do solo antes do plantio é fundamental e leva algum tempo, pois, a natureza humana, quando se trata de desenvolvimento de pessoas, tem seu tempo próprio. Felizmente alguns gestores e proprietários ouvem e com isso algumas empresas têm sucesso.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O objetivo da <strong>Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI)</strong> proposta por mim não é avaliar resultados pois estes podem e devem ser facilmente aferidos por OKR´s e KPI´s bem estabelecidos. O objetivo da Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI) se concentra única e exclusivamente em pavimentar e mapear a evolução do desenvolvimento do colaborador. Se concentra única e exclusivamente em tratar o solo fértil que irá produzir resultados.Tratar as pessoas!</span></p>

<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">E como, de fato, as empresas que têm interesse no desenvolvimento de seus colaboradores e suas equipes podem atuar?</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A resposta correta é começar com o simples, bem feito e eficaz. Portanto, primeiramente é necessário mapear as competências individuais necessárias de cada colaborador para que estejam, essas competências, alinhadas com o <em>core business</em> da organização. Após esse primeiro passo, obviamente, deve-se proporcionar ao colaborador cursos externos e reciclagens de aprimoramento de processos internos inerentes a sua atuação dentro da organização.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Drucker discorre que a tarefa do gestor não é modificar pessoas, mas sim multiplicar o desempenho operacional das mesmas através de ferramentas que possibilitem o desenvolvimento de pessoas, sempre alinhado aos objetivos da empresa e de cada colaborador.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Minha proposta é gerar um Plano de Desenvolvimento Corporativo (PDC) a começar pelas lideranças formais da empresa. O Plano de Desenvolvimento Corporativo deverá mapear quais as habilidades técnicas indicadas por caráter quantitativo e habilidades comportamentais indicadas por caráter qualitativo, esperadas dos gestores e de cada colaborador da organização. Tudo em etapas e por departamentos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Aqui uma Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI) possui o claro objetivo de descentralizar o desenvolvimento individual ao promover a interação tácita entre gestor e gerido sempre de forma clara, objetiva, respeitosa e qualitativa e que, ao mesmo tempo, quantifica a evolução do desenvolvimento. Como define Mintzberg, organizações inovadoras atingem melhores resultados operacionais por estabelecerem processos descentralizados e cooperativos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Defendo aqui que o desenvolvimento profissional deva atender aos interesses da organização nunca obstante aos interesses pessoais e profissionais de cada colaborador. Desta forma, os valores individuais de cada colaborador estarão alinhados e engajados com a missão, visão e valores corporativos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por tal, o processo de desenvolvimento deve ser algo colaborativo. Primeiramente com total e irrestrito apoio da alta gestão e operacionalizado de forma honesta e clara entre gestores e geridos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Na Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI) por mim proposta, as habilidades técnicas e comportamentais deverão estar associadas a Pilares de Desenvolvimento Individual (PDI) que estarão presentes na mesma Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI).</span></p>

<h4>Pilares de desenvolvimento</h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Após anos de prática técnica e estudos acadêmicos sobre gestão de pessoas e desenvolvimento operacional, proponho 8 pilares de abordagem em desenvovimento individual, objetos da Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"> O pilar <strong>habilidade técnica</strong>, presente na Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI), deverá compor por exemplo, <strong>conhecimento de sistemas</strong>, <strong>processos</strong> e <strong>ferramentas</strong> inerentes à rotina desempenhada.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O pilar <strong>HABILIDADE TÉCNICA</strong> poderá ser definido como segue:</span></p>
<span style="color: #333333;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8948" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ADI-Habilidade-Tecnica.png" alt="" width="770" height="129" /></span>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Habilidade Técnica: Grau de conhecimento em sistemas, processos e ferramentas, conhecimento técnico em função das exigências do cargo. Possui habilidade no aproveitamento desses conhecimentos para resolução de problemas com proatividade.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">CARVALHO (2017)</span></p>
&nbsp;
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Outro exemplo, o pilar <strong>PRODUTIVIDADE</strong>, poderá ser definido da seguinte forma:</span></p>
<span style="color: #333333;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8949" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/08/ADI-Produtividade.png" alt="" width="770" height="132" /></span>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Produtividade: Desempenho em relação às metas e qualidade do trabalho. Confere seu próprio trabalho para evitar erros, desperdícios e prejuízos, demonstrando preocupação com a produtividade da organização cumprindo prazos estabelecidos.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">CARVALHO (2017)</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Tratando-se do método quantitativo da aplicação, a Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI) deverá adotar em cada pilar conceitos de 5 a 10 sendo o conceito 5 o menos satisfatório e o conceito 10, excelência total.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Há a exigibilidade que seja aplicada somente com a presença de gestor e gerido. Após explicar as abordagens de cada pilar e o significado de cada nota conceito, o gestor deverá solicitar ao gerido que avalie a si, com conceito (5 a 10), em relação ao último período observado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Após a autoavaliação o gestor deverá ponderar o conceito dado pelo gerido, podendo aumenta-lo ou reduzi-lo de acordo com observações respeitosas e baseadas na realidade dos fatos e dados e, ao final, arguir o gerido sobre suas observações e pontos de concordância e ou discordância buscando sempre uma decisão harmoniosa sobre qual, de fato, será o conceito para cada Pilar de Desenvolvimento Individual (PDI) em questão.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Sugere-se um intervalo ideal de aplicação de 2 ou 3 meses para Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI).</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Constato que a prática contínua da Avaliação de Desenvolvimento Individual (ADI) inserida em um Plano de Desenvolvimento Corporativo (PDC), transporta excelentes benefícios na disposição do colaborador em atingir resultados, por deixar claras as metodologias de desenvolvimento e abrir um canal franco e direto entre gestores e geridos, entre empresa e colaboradores.</span></p>
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8959" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Pessoas-iBlueMarketing3.jpg" alt="" width="1920" height="1280" />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Já nas primeiras aplicações há melhora no desempenho operacional individual e posteriormente de todos os times envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Mesmo sendo enormes os desafios para o convencimento de gestores e proprietários sobre os benefícios dessa ferramenta em médio e longo prazos para a lucratividade das empresas, acredito de forma inabalável valer a pena transpô-los pois, em nossa prática de consultoria, constatamos que CEOs, diretores e proprietários de empresas que estão abertos ao auxílio da ciência de gestão, se convencem dos enormes benefícios auferidos ao desempenho de suas empresas, aos ganhos de eficiência e eficácia operacional e, por fim, à lucratividade da organização.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #333333;">Se você quiser melhor conhecer nosso processo de avaliação do desenvolvimento e todos os pilares de abordagem, quiser conhecer os resultados e benefícios práticos que esse processo poderá trazer a sua empresa, não importando o tamanho ou segmento em que você atua, faça contato que teremos prazer em compartilhar e aplicar esse conhecimento em sua organização.</span></strong></p>

<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #008080;"><a style="color: #008080;" href="https://ibluemarketing.com.br/revista/lucro/" target="_blank" rel="noopener">LEIA TAMBÉM O ARTIGO: LUCRO</a></span></h3>
<h5></h5>
<h5></h5>
<h5 style="text-align: left;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></h5>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><strong><em>Lattes CNPq: <a style="color: #808080;" href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></span></p>
<a href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a>

&nbsp;
<p style="text-align: left;">REFERÊNCIAS:</p>
<p style="text-align: left;">CARVALHO, Saulo Henrique. Trabalhadores em atividades marginais: estudo no município de São José dos Campos / Saulo Henrique Carvalho &#8211; 2019. 89f. : il.</p>
<p style="text-align: left;">DRUCK.ER, Peter F., The Eifective Executive, New York, Harper &amp; Row, 1967</p>
<p style="text-align: left;">DRUCKER, PeterF., Managing for Results, NovaIorque,Harper&amp; Row, Publishers,1964</p>
<p style="text-align: left;">MINTZBERG, Henry. (2008) [1989], Le Management: Voyage Au Centre Des Organisations. Paris, Éditions d’Organisation.</p>
<p style="text-align: left;">MINTZBERG, H. Power in and around organizations. Englewood Cliffs, N.J, Prentice Hall, 1983.</p>
<p style="text-align: left;"></p>								</div>
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		<title>Clima organizacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 11:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[professor saulo carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada Pesquisa de Clima Organizacional. É cuidar de pessoas!</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
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														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 18 Nº 1 (2021) REGEM abr 2021</strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p><h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>por Prof. MSc. Saulo Carvalho</em></span></h6><h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h6><hr /><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Clima organizacional:</strong> Há dois anos escrevi sobre a importância de identificar de forma científica o perfil de relação dos funcionários para com os objetivos das empresas. Os resultados empresariais diários, de curto, médio e longo prazos são diretamente influenciados entre os interesses de lucro da organização, sua relação com o ambiente social e os interesses individuais dos trabalhadores. Nas últimas duas décadas, os interesses dos trabalhadores e a relação destes com o trabalho mudaram radicalmente. <a href="https://hbswk.hbs.edu/item/forget-cash-here-are-better-ways-to-motivate-employees" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa recente</a> realizada com 2.285 profissionais e publicada pelo periódico de Harvard revelou que 9 entre 10 estão dispostos a receber um salário menor por um trabalho que transporte significado e propósito para suas vidas.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">De certa forma isso para nós não é novidade. Há mais de dez anos prestando consultorias e nos relacionando com pequenas, médias e grandes empresas, constatamos nos resultados das Pesquisas de Clima Organizacional que aplicamos com média de 250 indicadores que o salário recebido não é a primeira e nem a segunda causa de insatisfação das equipes.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por outro lado, vejo poucas empresas que entenderam esse novo cenário e estão agindo de verdade para alinhar seus propósitos com os propósitos de seus funcionários. A grande maioria das organizações ainda está vendada para essa realidade perdendo grandes oportunidades para estabelecer diferencial competitivo em seus mercados e aumentar seus resultados financeiros.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Para isso, a missão da empresa não pode ser diariamente confundida com o lucro. Lucro nas atividades empresariais não é missão mas sim obrigação.</span></p><blockquote><h3 style="text-align: left;"><em><span style="color: #12944a;">Clima Organizacional: A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada <strong>Pesquisa de Clima Organizacional</strong>. Com a <strong>PCO</strong>, você entenderá melhor o grau de engajamento de seus colaboradores com a missão, visão e valores de seu negócio e poderá adotar medidas corretivas nesse contexto. Investir em quaisquer estratégias sem antes resolver essa equação e mitigar os obstáculos que impedem o real engajamento de seu quadro de colaboradores, é aumentar suas chances de fracasso. Lembre-se: se você não combinar suas estratégias com os colaboradores e fazer com que de fato acreditem nelas, eles irão fatalmente lhe sabotar intencional ou não.</span></em></h3><h4 style="text-align: left;"><em>Prof. MSc. Saulo Carvalho</em></h4></blockquote><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A empresa já não deve pensar no lucro como cerne de sua existência. Esse pensamento básico e largamente propagado durante os séculos XIX e XX, é simplista demais não possuindo, inclusive, marcas de inteligência em mercados atuais.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Eu vivo porque respiro e respiro oxigênio para viver. Mas não vivo pelo ou para o oxigênio. Como o oxigênio existe em farta abundância, e com quase toda certeza não me faltará, ele permeia minha existência sem quase ser percebido, mas nunca sem perder sua importância fundamental. Já o dinheiro falta. E não existe com tanta abundância. Por isso, facilmente a empresa (pessoa) dele sente severa ausência, provocando por sua vez, inexorável dependência.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A necessidade provoca dependência e o dinheiro passa ser causa quando deveria ser consequência. A empresa (pessoa), sim, precisa de lucro para subsistir, mas nunca deveria existir (viver) pelo ou para lucro ou, quando mais brandamente, ele não deveria ser sua primeira razão de existir.</span></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2904 size-full" title="Clima Organizacional" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2018/09/iBlueMarketing-Gestao.jpg" alt="iBlueMarketing Gestão" width="800" height="600" /></p><p> </p><h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>SUCESSO</strong></span></h3><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A monetização em empresas de sucesso e grande lucratividade que por vezes gera unicórnios e negócios disruptivos ocorre em empresas que têm <strong>DNA para propiciar relevância na vida das pessoas</strong>. Não é <em>core</em> dessas empresas o lucro e sim conectar indivíduos em torno de algo importante para suas vidas e para a sociedade. Objetivo alcançado, o lucro torna-se caminho natural, seja por um patrocinador master que se beneficia dessa conexão, seja por meio <em>pay per capita</em>.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O lucro através da relevância criada na vida do consumidor é receita dos sucessos empresariais (paradoxo da globalização). Ao passo que a relevância através do lucro mostra-se um caminho sem grandes resultados, grandes dificuldades concorrenciais (torna-se simples um concorrente lhe imitar) e rasa perenidade do produto, consequentemente, do lucro em si.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Torna-se fundamental, às pessoas que dirigem uma pequena, média ou grande empresa, fazerem a si próprias a pergunta de maior valor: <strong>Por que eu produzo?</strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A resposta a essa pergunta deve ser a razão da existência de uma empresa. O falecido Peter Drucker já defendia o abandono do pensamento obtuso de gestores que estabelece a razão da existência de suas organizações no lucro levando ao equívoco, que este, o lucro, está dentro das empresas quando de fato está fora. Dentro das organizações habitam os custos que devem ser objeto de incansável gestão para atingir os lucros externos. </span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Drucker também apontava o enorme prejuízo de tempo e recursos em investir na geração e aplicação de estratégias sem antes analisar o clima organizacional para garantir que uma empresa esteja cumprindo sua missão junto ao mercado, ou seja, seu &#8220;por que?&#8221;. Pense nisso: lucro não é a razão de uma empresa existir. Lucro é obrigatório para manter as operações em funcionamento.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pesquisa de Clima Organizacional.</strong></a> É cuidar de pessoas!</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Com a <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/" target="_blank" rel="noopener"><strong>PCO</strong></a>, você entenderá melhor o grau de engajamento de seus colaboradores em relação a missão, visão e valores de seu negócio e poderá adotar medidas corretivas nesse contexto. Investir em quaisquer estratégias sem antes resolver essa equação e mitigar os obstáculos que impedem o real engajamento de seu quadro de colaboradores, é aumentar suas chances de fracasso. Lembre-se: se você não combinar suas <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener">estratégias com os colaboradores e fazer com que de fato acreditem nelas, eles irão fatalmente sabotá-las intencionalmente ou não</a>.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O gestor inteligente deverá aplicar esse olhar ao mercado e ao mesmo tempo voltá-lo ao seu público interno. Ou seja, propiciar relevância ao seu público interno torna verdadeira a missão de levar valor e excelentes serviços e produtos aos clientes. Essas ações são a melhor maneira para aumentar de forma sustentável e sólida a lucratividade de sua empresa. Pense nisso!</span></p><h6 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #999999;">Referências:</span></strong></h6><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;">DRUCKER, Peter Ferdinand. A administração na nova sociedade. São Paulo: Nobel, 2002.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;">HARVARD, Business Review. https://hbswk.hbs.edu/item/forget-cash-here-are-better-ways-to-motivate-employees. Acessado em janeiro de 2019.</span></p><h5 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor empresarial com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"> <strong><em>Lattes CNPq: http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</em></strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p><hr />								</div>
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		<title>Gestão: como combater a corrupção dentro de sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 17:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Marca]]></category>
		<category><![CDATA[Prof. Saulo Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Professor Saulo Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista de Gestão e Marketing]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://ibluemarketing.com.br/?p=2284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gestão: Princípios éticos de Gestão são fundamentais a quaisquer organizações não importando seu tamanho ou envergadura financeira.</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
										<div class="elementor-testimonial-details">
														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 8 Nº 3 (2018) REGEM out 2018</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b>&nbsp;(International Standard Serial Number)</span></p>
<hr>
<blockquote>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #339966;">Gestão: Princípios éticos de Gestão são fundamentais a quaisquer organizações não importando seu tamanho ou envergadura financeira. No entanto, a evolução natural do mercado em direção a garantia de práticas éticas de Gestão por meio da Governança Corporativa, ou seja, boas práticas de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidades social, ambiental e econômico-financeira, encontra miríade de barreiras desafiadoras nos âmbitos social, cultural e de execução. Recomendo fortemente a leitura do livro <strong>Sistemas de Gestão Antissuborno &#8211; seu guia para a ISO 37001</strong> do meu dileto amigo Prof. Jefferson Guimarães. Nessa leitura sua empresa encontrará mecanismos práticos e simples para a aplicação de boas práticas de gestão.</span></h3>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Prof. Saulo Carvalho</span></h3>
</blockquote>
<hr>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>GESTÃO &#8211; HARVARD:</strong> Em 2016, o Fundo Monetário Internacional estimou que a corrupção equivalia a aproximadamente 2% da produção econômica global – entre $1,5 e $2 trilhões no total. De acordo com a Transparência Internacional, em 2016, na Índia, quase sete entre dez cidadãos relataram pagar propina para ter acesso a serviços públicos básicos como escolas, clínicas ou hospitais, acesso a documentos oficiais e serviços públicos básicos.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">E, apesar de tantas leis contra corrupção e do aumento no cumprimento de tais leis, o suborno em particular continua a prosperar e os custos para os negócios e a sociedade continuam crescendo.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Já que ter leis escritas não é suficiente, os esforços anticorrupção e antissuborno precisam de mais impulso do setor privado. As empresas precisam adotar um papel mais forte ao apoiar práticas responsáveis em todos os aspectos de suas operações.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Afinal, aqueles que se encontram envolvidos em escândalos de corrupção, por exemplo, encaram uma série de consequências, dentre elas a interrupção de negócios, aumento dos custos financeiros e legais e prejuízos à marca e reputação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">As empresas normalmente gerenciam o risco de corrupção e suborno por meio de um conjunto de processos internos, certificações obrigatórias e boas práticas básicas por todas as suas operações – incluindo seus fornecedores e vendedores. Padrões externos podem ser também uma ferramenta poderosa de suporte a esses esforços, ajudando as empresas a fortalecerem a ética e práticas de&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;ao oferecer uma abordagem clara para ação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Um exemplo dessa ferramenta externa é a ISO37001, o Sistema de gestão antissuborno, publicado pela Organização Internacional de Padronização (ISO) em 2016 e concebida por um comitê formado por líderes globais e outras partes interessadas. A norma oferece às empresas uma estrutura para a criação ou avaliação comparativa de um programa eficaz antissuborno alinhado ao seu perfil de risco, e a construção de uma cultura que valoriza o comportamento ético.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Ela oferece um programa independente ou que pode ser integrado a um sistema de gerenciamento existente, e oferece uma linguagem e abordagem comuns que ultrapassam fronteiras e setores da economia. Esse programa cobre o suborno em todas suas diferentes formas – diretas e indiretas, recebidas ou oferecidas. A norma não aborda fraude, cartel ou outros delitos de concorrência e antitruste, lavagem de dinheiro ou outras atividades ligadas às práticas de corrupção.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Existem cinco importantes formas pelas quais a norma pode auxiliar as empresas a fortalecerem suas práticas:</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Definição clara de papéis para o conselho e a alta gerência:</strong></a>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A norma caracteriza as posições de liderança como sendo essenciais para um sistema anticorrupção eficaz. Ela deixa claro quais são as responsabilidades do conselho e da alta gerência, inclusive ao garantir que a estratégia da empresa esteja alinhada à sua política antissuborno. Também exige que a função de <em>compliance</em>&nbsp;seja exercida por pessoas com qualificações,&nbsp;<em>status</em>, autoridade, independência e recursos adequados. A boa definição de papéis e recursos adequados ajuda a implementar políticas antissuborno e anticorrupção de sucesso.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Essa afirmação é corroborada pelo relatório de 2016, elaborado pelo Instituto Ethispehere e pela Kroll, que encontrou “uma correlação significativa entre a percepção a risco e engajamento da alta gerência. Quanto mais engajado o conselho e a alta gerência estiverem, será mais provável que os respondentes afirmem acreditar que seu risco de corrupção e antissuborno irá diminuir ou se manter no mesmo nível no próximo ano”.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Adoção de cultura de&nbsp;<em>compliance</em>:</strong></a> </span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Os aspectos preventivos da norma darão apoio aos esforços da empresa na construção de uma cultura que valorize a ética e o <em>compliance</em>&nbsp;em suas operações. Adicionalmente aos requisitos dos papéis de liderança, a norma exige comunicação e treinamento para impulsionar o programa de&nbsp;<em>compliance</em>, e melhoria contínua para garantir que o programa não fique estagnado e atenda também às mudanças de risco.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A Siemens conseguiu restabelecer a confiança após um escândalo de corrupção que alcançou o topo da organização, em parte pela implementação de um programa de&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;eficaz.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Isso incluiu novos procedimentos de prevenção a corrupção, indicação de profissionais de&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">&nbsp;competentes em toda a organização, lançamento de treinamento abrangente e uma linha direta específica para&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">, investigação e monitoramento para apontar qualquer transgressão e garantir melhoria contínua.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Por meio desses esforços, a empresa procurou se afastar de uma cultura que era caracterizada como “abertamente tolerante à propina” para se identificar com uma cultura “guiada por padrões éticos”. A Siemens implementou os processos requeridos pelo ISO37001 antes mesmo da publicação da norma.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Apoiar uma abordagem consistente:</strong></a>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Os Diretores de <em>Compliance&nbsp;</em>estão constantemente monitorando o negócio em mais de uma localização e reforçando a importância de uma abordagem consistente nesse processo.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Em 2010, durante um exercício para analisar e melhorar seu programa de&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">&nbsp;anticorrupção, a Ralph Lauren Corporation descobriu evidências de que sua subsidiária argentina pagava propina para funcionários do governo local. A empresa imediatamente disponibilizou essa informação ao Departamento de Justiça norte-americano e para a SEC (Comissão de Valores Mobiliários norte-americana).&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Nesse caso, a matriz da empresa pagou $1,6 milhão em multas para o Departamento de Justiça norte-americano e para a SEC para solucionar a questão. Essa multa foi relativamente pequena já que a própria Ralph Lauren Corporation a divulgou, cooperou e corrigiu o problema.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A norma oferece uma estrutura com indicadores mensuráveis e rastreáveis, que irão promover a consistência por toda organização. A norma não tende a um regime legal específico ou arcabouço regulatório de um país em detrimento de outro, mas busca destacar um conjunto de práticas que podem ser utilizadas pelas empresas, independentemente da localização de suas operações.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Boas práticas atravessando, em efeito cascata toda a cadeia de suprimentos:</strong>&nbsp;</a></span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Além de ter subsidiárias e empregados por todo o mundo, muitas empresas hoje contam com uma rede complexa de parceiros terceirizados que dão suporte ao negócio. Essa prática traz riscos e benefícios – suborno por um parceiro de negócios é um exemplo.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Além da inspeção prévia, monitoramento e auditoria dos parceiros, a norma pode ser utilizada por uma empresa como uma ferramenta para medir as competências dos terceiros e a robustez de seu programa de </span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">. Isso pode ser feito pela garantia de certificações ou pedindo ao parceiro que demonstre que ele cumpre com a norma.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Como a norma é uma ferramenta global, desenvolvida por um grupo de partes interessadas especializadas não ligadas a nenhuma norma ou regulamentação específica de um país específico, ela pode ser aceita com mais facilidade por muitos como uma linguagem antissuborno universal.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pme-estrategia-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">Vantagem competitiva</a>:</strong>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Lutar contra a corrupção melhora sua reputação e cria valor para sua marca. Empresas que conseguem demonstrar conformidade com uma norma anticorrupção aceita internacionalmente podem mais facilmente atrair parceiros de negócios e investidores que esperam maior transparência financeira e divulgação de atividades para determinar os riscos de suborno.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">De acordo com dados coletados pelo Instituto Ethisphere, as empresas que implementaram programas eficazes apresentaram desempenho na bolsa de valores 10,72% acima das demais empresas do mesmo setor. Pesquisas também demonstraram que empresas éticas têm rotatividade de pessoal mais baixa. E consumidores estão dando mais valor a empresas que têm práticas éticas também.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">As empresas começam a enxergar esses benefícios e muitas utilizam a norma para incrementar seus esforços. A lista de empresas certificadas inclui: Legg Mason, Alstom, Mabey, CPA Global, entre outras. Mesmo assim, a norma está em estágio inicial de adesão e precisará de mais tempo para ganhar força. O ritmo das certificações tem sido lento até hoje, talvez por conta do pequeno número de auditores credenciados disponíveis para realizá-las. A norma pode ser amplamente adotada se os governos começarem a exigi-la para participar em licitações de contratos públicos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Teremos que esperar para ver se a ISO 37001 será mais amplamente adotada. Enquanto as empresas utilizarem e compartilharem suas experiências, mais essas conversas reduzirão o poder de práticas corruptas em negócios em todo o mundo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Fonte:&nbsp;https://hbrbr.uol.com.br/empresas-corrupcao/</em></span></p>
<h5 style="text-align: left;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></h5>
<p style="text-align: left;"><strong><em>Professor Saulo Carvalho é Consultor de empresas com atuações no Brasil e América Latina. Mestrado em Gestão e pós-graduado em comunicação e marketing. Ministra disciplinas de Administração, Marketing e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de Administração, Marketing e Engenharia do centro universitário ETEP. Lattes CNPq:<a href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO&nbsp;©</a></p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://oakast.com/gestao-como-combater-a-corrupcao-dentro-de-sua-empresa/">Gestão: como combater a corrupção dentro de sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://oakast.com">Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</a>.</p>
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		<title>Exaustão do empregado é um problema da empresa, não da pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 16:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[iBlueMarketing]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[professor saulo carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 5 Nº 1 (2018) REGEM jul 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) GESTÃO DE PESSOAS: A exaustão do funcionário é um fenômeno comum; contudo, é um daqueles que as empresas costumam tratar como um problema pessoal ou de gerenciamento de pessoas em vez de um desafio organizacional mais amplo. Isso é um erro. Os problemas&#160;&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 5 Nº 1 (2018) REGEM jul 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">GESTÃO DE PESSOAS: A exaustão do funcionário é um fenômeno comum; contudo, é um daqueles que as empresas costumam tratar como um problema pessoal ou de gerenciamento de pessoas em vez de um desafio organizacional mais amplo. Isso é um erro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener">Os problemas físicos e psicológicos dos funcionários que sofrem com estafa</a>, que podem custar, de acordo com estimativas, de US$125 a 190 bilhões por ano em tratamentos de saúde nos Estados Unidos, são apenas os impactos mais óbvios. Devido à baixa produtividade dentro das empresas, à alta rotatividade e à perda das pessoas mais capacitadas, os prejuízos reais para as firmas podem ser muito maiores. Executivos precisam assumir o papel que desempenham na criação de ambientes de trabalho estressantes que levam à estafa — grande volume de trabalho, insegurança profissional e atividades rotineiras frustrantes que incluem reuniões em excesso e muito pouco tempo dedicado ao trabalho criativo. A partir do momento em que os executivos confrontam o <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pme-priorizar-e-tratar-problemas/" target="_blank" rel="noopener">problema</a> no âmbito organizacional, podem usar medidas corporativas para enfrentá-los.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Em nosso livro, <em>Time, Talent and Energy</em>, notamos que quando os empregados não estão sendo produtivos como poderiam ser, a culpa, normalmente, é da empresa e não dos funcionários. O mesmo vale para a questão da exaustão. Ao analisarmos empresas com grandes índices de exaustão, observamos três culpados: a colaboração excessiva, o controle ineficaz de gerenciamento de tempo, e a tendência de sobrecarregar os mais capacitados com excesso de trabalho. Essas forças não apenas roubam de seus empregados o tempo para que possam se concentrar em atividades complexas ou desenvolverem ideias, mas também trituram o tempo de inatividade necessário para seu reestabelecimento. Vejamos a seguir como os líderes podem abordá-las.</span></p>
<blockquote>
<h4><span style="color: #008080;">Olhe com atenção ao seu P de Pessoas! O <strong>Marketing</strong> não é somente publicidade e a gestão trará mais resultados quando sua empresa (você) de uma vez por todas praticar aquilo que já deve ter ouvido diversas vezes e proferido mais algumas outras: “O maior patrimônio de uma empresa são os funcionários”.</span></h4>
<h4><span style="color: #008080;">Então mãos à obra! Contrate corretamente, faça uma correta integração de um novo colaborador, não caindo na tentação de jogá-lo na jaula dos leões. Treine-o adequadamente, acompanhe-o, teste seu aprendizado e cobre resultados fornecendo as corretas ferramentas para que ele seja eficaz e seu verdadeiro colaborador, não, seu inimigo.</span></h4>
<h4><span style="color: #008080;">É de fundamental importância que todos os colaboradores saibam quais são os objetivos de sua empresa, quais são os projetos de curto, médio e longo prazos, que eles conheçam sua <a style="color: #008080;" href="http://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/"><strong>missão, visão e valores</strong></a> (sua empresa os têm?).</span></h4>
<h4><strong><em><span style="color: #008080;">Prof. Saulo Carvalho</span></em></strong></h4>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span style="color: #333333;">Colaboração excessiva</span></strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">A colaboração excessiva é um mal comum em empresas com muitos decisores e muitos nódulos de tomadas de decisões. Manifesta-se em incontáveis rodadas de reuniões e conferências telefônicas para assegurar que todos os acionistas sejam ouvidos e estejam alinhados. Muitas culturas corporativas requerem uma colaboração que vai muito além do que é necessário para realizar o trabalho. Juntos, esses fatores estruturais e culturais levam à compartimentação do calendário e até à fragmentação das horas durante o dia. Nossa pesquisa mostrou que, atualmente, executivos sênior recebem ao menos 200 emails por dia. Um supervisor mediano na linha de frente de uma companhia dedica cerca de oito horas por semana (um dia letivo inteiro) para enviar, ler e responder comunicações eletrônicas — muitas das quais não deveriam ter sido recebidas nem respondidas por esses gerentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">A estafa também é provocada pelo ambiente de trabalho digital, que nunca desliga, com excesso de prioridades e a expectativa que funcionários possam usar seus dispositivos eletrônicos para fazer múltiplas tarefas e chegar ao fim do volume de trabalho. Realizar múltiplas tarefas acaba sendo exaustivo e contraproducente, à medida que alternamos entre diferentes atividades. Os prejuízos com essa alternância de situações são bem documentados: mudar para uma nova tarefa ainda no meio de outra aumenta em 25% o tempo gasto com cada uma delas. Um estudo realizado pela Microsoft revelou que as pessoas levam em média 15 minutos para voltar para um projeto importante depois de serem interrompidos por um email.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">As empresas podem começar a abordar o problema da sobrecarga fazendo ajustes estruturais e de procedimentos. Uma simples atitude é olhar o número de nódulos na firma. Esses são as intersecções na matriz da empresa com as quais os decisores se deparam. A proliferação de nódulos é um sinal de uma complexidade corporativa desnecessária; e eles agem como obstáculos, reduzindo as atividades e roubando tempo e energia organizacional.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Além disso, as companhias podem, sistematicamente, examinar como as pessoas estão realizando seu trabalho. É possível, por exemplo, reavaliar todas as reuniões marcadas em seu calendário para determinar quais delas são realmente necessárias, com que frequência devem ocorrer, quanto tempo devem durar e quem precisa, de fato, participar. E pode-se, ainda, olhar como suas equipes são formadas; em vez de isolar seus principais funcionários distribuindo-os entre as equipes, as empresas podem frequentemente conseguir resultados melhores colocando os empregados mais enérgicos e de melhor desempenho juntos na mesma equipe, fazendo com que eles procurem resolver as atividades de maior prioridade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Além das modificações estruturais dentro das empresas, líderes podem reduzir a estafa e aumentar a produtividade da companhia por meio de intervenções mais brandas. Por exemplo: adotando princípios mais ágeis os líderes são capazes de motivar e estimular as equipes, oferecendo aos membros dos grupos a possibilidade de reconhecer seus resultados. Com abordagens mais ágeis, as equipes se concentram em um número menor de atividades, mas nas mais importantes. Esse catálogo de atividades é usado para definir prioridades, e, sempre que novas atividades são acrescidas, a equipe redefine as prioridades dessa lista. Isso oferece um mecanismo para uma concentração ininterrupta nas prioridades principais e o aparo constante naquelas menos importantes. Os projetos passam a ser mais concentrados e a possuir um tempo fixo, permitindo que haja mais execução e menos desperdício de energia no processo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Executivos podem também trabalhar na cultura corporativa e no coaching. Líderes são capazes de ajudar a estabelecer novas normas culturais a respeito do tempo, deixando mais claro que o tempo de todos é um recurso precioso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pme-priorizar-e-tratar-problemas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Controle ineficaz de gerenciamento de tempo</strong></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Atualmente, na maior parte das grandes empresas, a exigência por colaboração ultrapassou, de maneira significativa, o desenvolvimento de ferramentas, o controle e as normas organizacionais para gerenciá-la. Funcionários são, com grande frequência, deixados sozinhos na tentativa de descobrir formas parar gerenciar seu tempo de maneira a reduzir o estresse e a estafa. Eles possuem uma capacidade limitada para combater uma cultura corporativa na qual o excesso de trabalho não é apenas o padrão, mas também é celebrado. E poucos empregados têm o poder — ou a ousadia — de cancelar reuniões desnecessárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Mas os líderes corporativos podem fazer alguma coisa. O primeiro passo é entender o problema. Embora os executivos gostem de mensurar os benefícios da colaboração, poucos se preocupam em medir os prejuízos. Contudo, existem ferramentas úteis para medir como o tempo dos funcionários está sendo gasto e como isso tem influência na estafa deles, bem como na produtividade da empresa. Ryan Fuller, cofundador de uma startup de análises de ambientes de trabalho adquirida pela Microsoft, observa que, com frequência, os executivos simplesmente não sabem quanto tempo os empregados gastam em atividades que contribuem com a produtividade da empresa, nem sabem quanto tempo é perdido ou gasto em atividades menos produtivas. O produto de sua empresa é, atualmente, comercializado como a Microsoft Workplace Analytics e oferece uma forma para se estimar como o tempo dos funcionários é gasto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Valendo-se dos dados dessas ferramentas, você pode mapear os lugares da sua empresa onde muito tempo está sendo gasto em reuniões, emails, ou colaboração online. Munidos de tais informações, você tem a possibilidade de promover mudanças em grupos e atribuições específicos para reduzir o desperdício organizacional que mina a produtividade e conduz à estafa. Nossos dados sugerem que a maioria dos executivos tem a oportunidade de liberar ao menos 20% do tempo de seus funcionários ao implementar um maior controle à gestão do tempo. Além do mais, isso permite que os profissionais voltem a ter controle sobre suas agendas, algo igualmente importante. Descobrimos que uma das maiores fontes de energia organizacional é oferecer aos empregados um senso de autonomia. Vale a pena devolver às pessoas o controle sobre seus dias. Ademais, ajuda a evitar o microgerenciamento, outro fator que contribui para o estresse.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sobrecarga dos mais capacitados</strong></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">O volume de trabalho dos funcionários aumentou em muitas empresas nas quais o crescimento não foi acompanhado pela contratação de empregados. As firmas superestimam o quanto pode ser feito por meio de ferramentas de produtividade digital e raramente conferem se suas suposições estão corretas. O problema da sobrecarga é agravado pelas empresas porque as melhores pessoas são aquelas cujos conhecimentos são mais exigidos, o que faz com que elas passem a ser, muitas vezes, as maiores vítimas da sobrecarga colaborativa. Em uma das companhias que analisamos, o gerente mediano estava perdendo um dia por semana com e-mails e outras formas de comunicação eletrônica e dois dias por semana com reuniões. Os gerentes mais talentosos perderão ainda mais tempo com colaborações, pois o excesso de trabalho deles gera mais responsabilidade, lhes dando um volume de trabalho ainda maior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">As mesmas ferramentas de análises de ambientes de trabalho que podem medir quanto tempo um empregado desperdiça com atividades improdutivas, também podem mensurar o excesso de tempo exigido por parte dos melhores gerentes, permitindo que seus chefes redefinam o fluxo de trabalho ou tomem outras medidas para evitar a sobrecarga e a estafa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">Todos conhecem o prejuízo causado às pessoas pela estafa. Normas organizacionais não controladas criam insidiosamente as condições para a estafa — mas os líderes podem mudá-las, tornando o problema menos frequente. Devolver aos funcionários o tempo para que eles façam o trabalho que impulsiona o sucesso das empresas vai gerar enormes dividendos, aumentando a produtividade, o rendimento produtivo e reduzindo a estafa. Todo mundo sai ganhando.</span></p>
<h6><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/exaustao-empregado-e-um-problema-da-empresa-nao-da-pessoa/</em></span></h6>
<h5><span style="color: #333333;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5>
<p><span style="color: #333333;"><strong><em>Professor Saulo Carvalho é Consultor de empresas com atuações no Brasil e América Latina. Mestrado em Gestão e pós-graduado em comunicação e marketing. Ministra disciplinas de Administração, Marketing e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de Administração, Marketing e Engenharia do centro universitário ETEP. Lattes CNPq:<a style="color: #333333;" href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Planeje uma reunião melhor com design thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 May 2018 22:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[professor saulo carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) “Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">“Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de reunião, entediadas e ansiosas — custa cerca de US$177 mil por ano, e certamente este cenário faz-se presente por toda a empresa centenas de vezes por dia. Isso nos esgota e gera cinismo. Tantas reuniões são oportunidades perdidas”.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas sensações — externadas por uma aspirante ao curso de <em>meeting facilitation</em> que ministramos na Georgetown University — parecem-lhe familiares? Provavelmente, de acordo com estas estatísticas sobre reuniões:</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #800080;">• Empresas realizam mais de três bilhões de reuniões por ano.</span><br />
<span style="color: #800080;">• Executivos gastam de 40 a 50% de suas horas de trabalho — ou 23 horas por semana — em reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 90% dos participantes admitem ficar divagando durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 73% admitem fazer outras atividades durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 25% das reuniões são usadas para discutir assuntos irrelevantes.</span></h3>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao mesmo tempo, o tipo certo de reunião pode ser fundamental para aprimorar a agenda da equipe ou da empresa. Sendo assim, como é possível garantir que as reuniões que você preside não sejam destrutivas, mas produtivas?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Colocando o <strong><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener">design thinking</a></strong> em prática – um conceito popularizado pelo fundador da IDEO, David Kelly e a Stanford d.school -, aplicado primeiramente ao <em>design</em> de objetos físicos, depois a outros produtos, como ferramentas tecnológicas, e, atualmente, a desafios mais complicados em uma ampla variedade de indústrias. A ideia é colocar o “usuário” no cerne da experiência — uma abordagem que também funciona com o <em>design</em> de reuniões.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Comece colocando de lado sua própria expertise e agenda e pensando nas pessoas que serão afetadas pela reunião. <a style="color: #333333;" href="http://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gere empatia</strong></a> para com elas fazendo três perguntas:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">1. Quem estará presente e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">2. Quem não estará presente mas, ainda assim, será afetado pela reunião e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">3. De maneira mais ampla, em qual cultura e ambiente você está atuando e quais são alguns dos desafios e oportunidades mais abrangentes?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Procure, de maneira ativa, pelas pessoas que participarão da reunião ou que por ela serão afetados, e converse com elas — pessoalmente, de preferência. Ainda que você tenha reuniões regulares com o mesmo grupo de pessoas, esses breves encontros pessoais podem ajudar a desenvolver confiança, a trazer à tona problemas escondidos e a assegurar que os participantes sintam-se mais envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Depois, <strong>elabore um esquema</strong> para reunião. Tendo ouvido e observado atentamente, você deve sugerir um objetivo abrangente para a reunião e articular claramente os resultados desejados, que, para serem alcançados, devem estar interligados. Recomendamos que você se questione: caso esta reunião seja um estrondoso sucesso, qual será a consequência em relação ao modo como as pessoas passarão a se sentir, saber e agir? Coloque os resultados desejados em sua agenda para que os envolvidos saibam por que estão participando e possam avaliar juntamente com você se o tempo gasto foi ou não produtivo. De acordo com nossa experiência, as pessoas raramente passam tempo suficiente fazendo essas coisas. As reuniões são frequentemente marcadas sem um objetivo particular em mente — simplesmente para ganhar tempo — e, como consequência, o carro normalmente conduz os bois. Os funcionários se reúnem simplesmente porque acham que devem. Mesmo, e talvez principalmente, rápidas reuniões merecem ter um objetivo evidente e uma clara articulação dos resultados almejados. Isso mantém as pessoas concentradas, fazendo com que sintam que seu tempo está sendo bem empregado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O terceiro passo é dar à reunião um <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>design criativo</strong></a>. Conhecendo as principais questões a serem abordadas, e qual a feição de uma reunião bem sucedida, deve-se criar a agenda. A tendência das pessoas é, quando muito, preparar as agendas na última hora. Comparamos o <em>design</em> e a execução de reuniões com o aplicativo de navegação Waze: qual a maneira mais rápida, segura e efetiva de se chegar ao seu destino? O primeiro passo, envolver-se completamente com as pessoas, lida com a compreensão de para onde se deseja ir (praia? centro da cidade? montanhas?). O segundo tem a ver com a identificação do destino desejado — seu endereço e localização exatos. O terceiro passo está totalmente relacionado ao caminho. Você deve chegar lá o mais rápido possível? É preciso pegar um desvio? Qual o caminho mais pitoresco? Existem estradas pelas quais você já passou tantas vezes que talvez seja melhor evitar? No que você precisa prestar atenção, quais são os buracos ou congestionamentos existentes em sua equipe?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essa é a fase em que encorajamos as pessoas a serem “brincalhonas”, a colocar a realidade um pouco de lado e passar por cima de suas ideias inicias e mais “adequadas”. Como seria para você incutir um pouco de diversão em suas reuniões? Começar e terminar de uma maneira inesperada? Usar filmes, imagens, poesia ou música para despertar ideias? Criar uma oportunidade para compartilhamentos pessoais e relacionamentos? Embora isso tudo possa parecer frívolo, é, na verdade, extremamente importante. Reuniões são oportunidades não apenas para fazer com que as coisas aconteçam, mas também para fomentar uma cultura positiva de equipe.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por fim, <a style="color: #333333;" href="https://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>teste seu plano</strong></a> da mesma maneira que um <em>designer</em> de produtos colocaria um protótipo inicial nas mãos do usuário. Em um contexto ligado a reuniões, isso pode ser o compartilhamento do esboço da agenda com os participantes. Suas respostas o ajudarão a conseguir mais empatia, a formular novas perguntas, a ficar ainda mais criativo no <em>design</em> de sua reunião e a aumentar seu potencial para ser bem-sucedido na reunião.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Aqueles que fizeram uso desse processo de <em>design</em> em suas reuniões nos contam que isso teve um impacto substancial tanto na eficácia de tais encontros, como na atitude das pessoas em suas empresas em relação às reuniões. Cada fase possui seus benefícios. A imersão ajuda as pessoas a sentirem que estão sendo ouvidas, assegurando que os líderes das reuniões estejam vinculados aos participantes. Esquematizar leva o líder da reunião a garantir que existam objetivos claros em cada encontro. Usar a imaginação faz com que o <em>design</em> das reuniões seja mais criativo e experimental. Por fim, valer-se do uso de um protótipo — algo tão simples como receber <em>feedback</em> de algumas pessoas acerca de seu plano — faz com que as pessoas sintam-se valorizadas, mais responsabilizadas nas reuniões e mais envolvidas em seus sucessos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Isso pode parecer algo oneroso para ser realizado em toda reunião mas, com prática, é possível aprender a percorrer esses estágios cada vez mais rapidamente, e então você irá notar que, a longo prazo, este pequeno investimento inicial economiza um tempo considerável. Você terá um número menor de reuniões e aquelas que ocorrerem serão mais produtivas — e até, em alguns casos, divertidas.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
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		<title>Design Thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2018 22:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[professor saulo carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Professor Saulo Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Design Thinking é disciplina obrigatória nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o Design Thinking é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 1 Nº 14 (2018) REGEM mar 2018</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number). <em>Atualizado em janeiro de 2022.</em></span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>por Prof. Saulo Carvalho</em></span></h6>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h6>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/">Disciplina obrigatória</a> nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o <em>Design Thinking</em> é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>O que é <em>Design Thinking</em>?</strong></span></h1>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">É um processo de construção criativa de uma solução – produto, serviço ou sistema – a partir da desconstrução daquilo que superficialmente o problema tem a apresentar. Significa mergulhar (com técnicas acadêmicas e já testadas) na vivência do problema, ou seja, para entender melhor os problemas que uma pessoa com deficiência visual enfrenta e lhe proporcionar soluções, o <em>Design Thinking</em> propõe que o profissional vende seus olhos e esteja exposto ao mesmo ambiente daquele que não pode enxergar. O <em>Design Think</em> deverá colocar as pessoas envolvidas no cerne do processo de criação. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IMERSÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">como primeira etapa, é fundamental para as gerações de inovações disruptivas que entreguem soluções mais amplas e eficazes e, ao mesmo tempo, com alto caráter de simplicidade em sua aplicação.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IDEAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nessa etapa, após o envolvimento profundo com as nunces do problema e a participação efetiva das pessoas envolvidas, deverão surgir <em>insights</em> de uma solução que o aborde em 360º e possibilite um passo à terceira etapa. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>PROTOTIPAÇÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No <strong><em>Design Thinking</em></strong>, esta etapa não será apenas uma fase de testes mas sim uma evolução da solução pensada mesmo que isso signifique total remodelação do protótipo. No conceito de <strong><em>Design Thinking</em></strong> deverá ser valorizado o caminho percorrido pois mesmo que o protótipo seja inútil inicialmente, acredita-se que nele germina alguma semente que se, remodelada, poderá germinar na solução adequada. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>APLICAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por último, após longo processo de evolução e prototipagem, surgirão frutos que poderão ser aplicados de forma embrionária (ainda ligada a terceira etapa de melhoria contínua) ou em maior escala: </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A similaridade do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ao método PDCA (planejar, fazer, checar e agir) inicialmente poderá confundir o leitor. O PDCA fruto de muitos séculos de pensamento filosófico (Copérnico, Telesio, da Vinci, Descartes e outros não menos importantes como os clássicos gregos) surge ou <em>re</em>ssurge no século vinte aperfeiçoado por norte-americanos e japoneses. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Apesar da similaridade entre os dois processos, talvez a maior diferença entre o <strong><em>Design Thinking</em></strong> e o PDCA seja o formato da etapa de IMERSÃO onde os gestores do processo de <strong><em>Design Thinking</em></strong> precisam, de fato, vivenciar as relações do problema apresentado trazendo e valorizando a fundamental importância de todas as pessoas diretamente envolvidas ou impactadas de alguma forma pelo problema. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Então, de forma simplificada, o <strong><em>Design Thinking</em></strong> pode ser definido como um processo estruturado, e ao mesmo tempo orgânico e não estruturado, para a solução mais abrangente e eficaz de problemas tendo o P de pessoas em um ciclo constante de catarse e propagação de ideias, protótipos e aplicações.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Esse processo vem absolutamente ao encontro daquilo que defendo há anos: O <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing</a> não pode e não deve mais ser visto e praticado como somente técnicas que levam o produto certo, no momento certo, no local certo, com o preço adequado ao público correto. Marketing não é somente publicidade! </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing é Gestão. Marketing é a administração em equilíbrio de Produto, Preço, Ponto de venda, Promoção, <strong>Pessoas</strong>, Processos, Provas físicas e relatoriais, Opinião pública e Política (micro e macro ambientes)</a> como exposto em Kotler (2010).</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Portanto, não trata-se da simples adição de mais cinco P´s aos de Jerome McCarthy da década de 1960, trata-se de entender melhor a extensão, complexidade e beleza dos mercados (<em>markets</em>) e colocar as PESSOAS na centralidade das soluções buscadas por empresas, ONG´s, OSCIPS  ou quaisquer outras organizações que habitam e sobrevivem na seara mercadológica.</span></h3>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Prof. Saulo Carvalho</span></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Um entre inúmeros casos de sucesso de aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ocorreu no Vietnã que viu seu PIB mais que dobrar entre 1998 (99 bilhões de dólares) e 2016 (205 bilhões de dólares) segundo a <em>Trading Economics</em>. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No início da década de 1990 o governo vietnamita se deparou com um quadro de 65% de subnutrição em crianças de até cinco anos de idade constatado em pelo menos dez mil vilarejos do país. Um sério problema para um país que almeja crescimento e desenvolvimento econômico. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Mas no lugar de criar programas de alimentação em nível nacional com o fornecimento de alimentos como a maioria dos governantes gostaria, e que teria claramente um elevado custo, o governo adotou a aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> enviando equipes para melhor observar os hábitos culinários e alimentares daquela população (imersão). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas observações vieram constatar que crianças de alguns vilarejos não eram afetadas pela subnutrição, em função, justamente, de algumas culturas e hábitos diferenciados dos demais. Isso direcionou a estudos mais profundos sobre as características bioquímicas desses alimentos e pavimentou a ideia (ideação) de criar equipes volantes (prototipação) para aprendizagem e difusão de boas e novas práticas alimentares e preparação de alimentos em maior escala por todo país (aplicação). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao fim da aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> pelo governo vietnamita, constatou-se uma inversão importante: os levantamentos apontaram que frente aos 65% de crianças subnutridas, a técnica adotada com um investimento muito menor de recursos, elevou a taxa de nutrição adequada a 80% das crianças.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Para saber mais como implementar o <strong>Design Thinking</strong> como ferramenta de inovação e aplicação de <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">projetos, treinamentos e processos</a> em sua empresa, faça <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">contato com a iBlueMarketing Consultoria em Marketing e Gestão de Negócios</a>. Teremos enorme prazer em ajudar!</span></p>
<h5 style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><strong><em>Lattes CNPq: <a style="color: #808080;" href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Referências: </em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Kotler, PHILIP. Marketing 3.0. As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Elsevier Brasil, 2010.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Stanford Social Innovation Review &#8211; https://ssir.org/articles/entry/design_thinking_for_social_innovation. Acesso em 24/03/2018.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
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