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	<title>Arquivos Pesquisa &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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		<title>Clima organizacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2021 11:16:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada Pesquisa de Clima Organizacional. É cuidar de pessoas!</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
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														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 18 Nº 1 (2021) REGEM abr 2021</strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p><h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>por Prof. MSc. Saulo Carvalho</em></span></h6><h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h6><hr /><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Clima organizacional:</strong> Há dois anos escrevi sobre a importância de identificar de forma científica o perfil de relação dos funcionários para com os objetivos das empresas. Os resultados empresariais diários, de curto, médio e longo prazos são diretamente influenciados entre os interesses de lucro da organização, sua relação com o ambiente social e os interesses individuais dos trabalhadores. Nas últimas duas décadas, os interesses dos trabalhadores e a relação destes com o trabalho mudaram radicalmente. <a href="https://hbswk.hbs.edu/item/forget-cash-here-are-better-ways-to-motivate-employees" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa recente</a> realizada com 2.285 profissionais e publicada pelo periódico de Harvard revelou que 9 entre 10 estão dispostos a receber um salário menor por um trabalho que transporte significado e propósito para suas vidas.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">De certa forma isso para nós não é novidade. Há mais de dez anos prestando consultorias e nos relacionando com pequenas, médias e grandes empresas, constatamos nos resultados das Pesquisas de Clima Organizacional que aplicamos com média de 250 indicadores que o salário recebido não é a primeira e nem a segunda causa de insatisfação das equipes.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por outro lado, vejo poucas empresas que entenderam esse novo cenário e estão agindo de verdade para alinhar seus propósitos com os propósitos de seus funcionários. A grande maioria das organizações ainda está vendada para essa realidade perdendo grandes oportunidades para estabelecer diferencial competitivo em seus mercados e aumentar seus resultados financeiros.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Para isso, a missão da empresa não pode ser diariamente confundida com o lucro. Lucro nas atividades empresariais não é missão mas sim obrigação.</span></p><blockquote><h3 style="text-align: left;"><em><span style="color: #12944a;">Clima Organizacional: A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada <strong>Pesquisa de Clima Organizacional</strong>. Com a <strong>PCO</strong>, você entenderá melhor o grau de engajamento de seus colaboradores com a missão, visão e valores de seu negócio e poderá adotar medidas corretivas nesse contexto. Investir em quaisquer estratégias sem antes resolver essa equação e mitigar os obstáculos que impedem o real engajamento de seu quadro de colaboradores, é aumentar suas chances de fracasso. Lembre-se: se você não combinar suas estratégias com os colaboradores e fazer com que de fato acreditem nelas, eles irão fatalmente lhe sabotar intencional ou não.</span></em></h3><h4 style="text-align: left;"><em>Prof. MSc. Saulo Carvalho</em></h4></blockquote><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A empresa já não deve pensar no lucro como cerne de sua existência. Esse pensamento básico e largamente propagado durante os séculos XIX e XX, é simplista demais não possuindo, inclusive, marcas de inteligência em mercados atuais.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Eu vivo porque respiro e respiro oxigênio para viver. Mas não vivo pelo ou para o oxigênio. Como o oxigênio existe em farta abundância, e com quase toda certeza não me faltará, ele permeia minha existência sem quase ser percebido, mas nunca sem perder sua importância fundamental. Já o dinheiro falta. E não existe com tanta abundância. Por isso, facilmente a empresa (pessoa) dele sente severa ausência, provocando por sua vez, inexorável dependência.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A necessidade provoca dependência e o dinheiro passa ser causa quando deveria ser consequência. A empresa (pessoa), sim, precisa de lucro para subsistir, mas nunca deveria existir (viver) pelo ou para lucro ou, quando mais brandamente, ele não deveria ser sua primeira razão de existir.</span></p><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2904 size-full" title="Clima Organizacional" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2018/09/iBlueMarketing-Gestao.jpg" alt="iBlueMarketing Gestão" width="800" height="600" /></p><p> </p><h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>SUCESSO</strong></span></h3><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A monetização em empresas de sucesso e grande lucratividade que por vezes gera unicórnios e negócios disruptivos ocorre em empresas que têm <strong>DNA para propiciar relevância na vida das pessoas</strong>. Não é <em>core</em> dessas empresas o lucro e sim conectar indivíduos em torno de algo importante para suas vidas e para a sociedade. Objetivo alcançado, o lucro torna-se caminho natural, seja por um patrocinador master que se beneficia dessa conexão, seja por meio <em>pay per capita</em>.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O lucro através da relevância criada na vida do consumidor é receita dos sucessos empresariais (paradoxo da globalização). Ao passo que a relevância através do lucro mostra-se um caminho sem grandes resultados, grandes dificuldades concorrenciais (torna-se simples um concorrente lhe imitar) e rasa perenidade do produto, consequentemente, do lucro em si.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Torna-se fundamental, às pessoas que dirigem uma pequena, média ou grande empresa, fazerem a si próprias a pergunta de maior valor: <strong>Por que eu produzo?</strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A resposta a essa pergunta deve ser a razão da existência de uma empresa. O falecido Peter Drucker já defendia o abandono do pensamento obtuso de gestores que estabelece a razão da existência de suas organizações no lucro levando ao equívoco, que este, o lucro, está dentro das empresas quando de fato está fora. Dentro das organizações habitam os custos que devem ser objeto de incansável gestão para atingir os lucros externos. </span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Drucker também apontava o enorme prejuízo de tempo e recursos em investir na geração e aplicação de estratégias sem antes analisar o clima organizacional para garantir que uma empresa esteja cumprindo sua missão junto ao mercado, ou seja, seu &#8220;por que?&#8221;. Pense nisso: lucro não é a razão de uma empresa existir. Lucro é obrigatório para manter as operações em funcionamento.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A melhor maneira de entender se sua empresa, seja ela pequena, média ou grande, está cumprindo a missão a que se propõe (partindo do princípio que de fato ela já tenha uma missão) é uma bem planejada e aplicada <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pesquisa de Clima Organizacional.</strong></a> É cuidar de pessoas!</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Com a <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/" target="_blank" rel="noopener"><strong>PCO</strong></a>, você entenderá melhor o grau de engajamento de seus colaboradores em relação a missão, visão e valores de seu negócio e poderá adotar medidas corretivas nesse contexto. Investir em quaisquer estratégias sem antes resolver essa equação e mitigar os obstáculos que impedem o real engajamento de seu quadro de colaboradores, é aumentar suas chances de fracasso. Lembre-se: se você não combinar suas <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener">estratégias com os colaboradores e fazer com que de fato acreditem nelas, eles irão fatalmente sabotá-las intencionalmente ou não</a>.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O gestor inteligente deverá aplicar esse olhar ao mercado e ao mesmo tempo voltá-lo ao seu público interno. Ou seja, propiciar relevância ao seu público interno torna verdadeira a missão de levar valor e excelentes serviços e produtos aos clientes. Essas ações são a melhor maneira para aumentar de forma sustentável e sólida a lucratividade de sua empresa. Pense nisso!</span></p><h6 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #999999;">Referências:</span></strong></h6><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;">DRUCKER, Peter Ferdinand. A administração na nova sociedade. São Paulo: Nobel, 2002.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;">HARVARD, Business Review. https://hbswk.hbs.edu/item/forget-cash-here-are-better-ways-to-motivate-employees. Acessado em janeiro de 2019.</span></p><h5 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor empresarial com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"> <strong><em>Lattes CNPq: http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</em></strong></span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p><hr />								</div>
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		<title>HARVARD &#8211; Invista na capacitação dos funcionários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 14:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 1 Nº 15 (2018) REGEM mar 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) Capacitação e Treinamento: Diversas pesquisas demonstraram que quando os funcionários se sentem capacitados para o trabalho têm melhor desempenho, mais satisfação e mais compromisso com a empresa. Frequentemente, os líderes tentam capacitar seus funcionários delegando autoridade e tomada de decisão, compartilhando informações,&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 1 Nº 15 (2018) REGEM mar 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Capacitação e Treinamento:</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Diversas <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/">pesquisas</a> demonstraram que quando os funcionários se sentem capacitados para o trabalho têm melhor desempenho, mais satisfação e mais compromisso com a empresa.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Frequentemente, os líderes tentam capacitar seus funcionários delegando autoridade e tomada de decisão, compartilhando informações, e pedindo contribuições. Mas nossa pesquisa recente descobriu que esse estilo de liderança só funciona bem com certos tipos de desempenho e de funcionários. Líderes “capacitadores” precisam saber quando sua abordagem será mais eficaz.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Realizamos uma meta-análise com todas as experiências disponíveis de líderes que capacitam seus subordinados, examinando os resultados de 105 estudos, que incluíam dados de mais de 30 mil funcionários, de 30 países. Nosso artigo foi publicado no Journal of Organizational Behavior. Verificamos se a liderança capacitadora estava relacionada com um maior desempenho no trabalho, e se essa relação valia para diferentes tipos de desempenho, como o desempenho rotineiro das tarefas, o comportamento de cidadania organizacional, e a criatividade. Também analisamos vários mecanismos que poderiam explicar como este tipo de liderança melhoraria o desempenho no trabalho — por exemplo, o efeito seria causado pela percepção de uma maior capacitação ou pelo aumento da confiança no líder? Finalmente, investigamos se os líderes que focam a capacitação dos funcionários influenciaram seu desempenho da mesma forma em diferentes culturas, setores, e níveis de experiência.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nossa análise produziu alguns resultados principais: primeiro, os líderes capacitadores influenciam de forma muito mais efetiva a criatividade dos funcionários e o comportamento de cidadania (ou seja, comportamentos que não são formalmente reconhecidos ou recompensados, como ajudar colegas ou participar de eventos sociais) do que o desempenho de tarefas rotineiras. Segundo, líderes capacitadores têm maior probabilidade de serem considerados como confiáveis por seus funcionários, comparado com líderes que não são capacitadores. Em terceiro lugar, nas culturas orientais os líderes capacitadores influenciaram o desempenho de seus funcionários de forma mais efetiva do que aqueles em culturas ocidentais, e tiveram um impacto mais positivo nos funcionários com menos experiência na empresa.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/"><strong>Líderes capacitadores tinham funcionários mais criativos e úteis</strong></a></span><br />
<span style="color: #333333;">Nossa meta-análise comparou os efeitos dos líderes classificados como mais capacitadores por seus subordinados diretos com aqueles classificados como menos capacitadores. Os líderes percebidos como mais capacitadores eram mais propensos a delegar autoridade aos funcionários, solicitar colaboração e incentivar a tomada de decisão autônoma. E eram mais propensos a ter funcionários classificados, por seu líder ou colegas, como altamente criativos e bons cidadãos empresariais. Mais especificamente, esse tipo de liderança parece incentivar os funcionários a gerar ideias inovadoras, pensar em novas formas de fazer as coisas, ajudar os outros no trabalho, voluntariar-se para tarefas adicionais, e estar disposto a apoiar sua empresa em situações fora do âmbito profissional.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Descobrimos que esses efeitos aconteceram por meio de dois processos psicológicos distintos. Primeiro, os funcionários que avaliavam seus líderes como mais capacitadores eram, de fato, mais propensos a se sentir capacitados no trabalho — sentiam que tinham mais autonomia ou controle, que seu trabalho era significativo e estava alinhado com seus valores, que eram competentes em suas habilidades, e que poderiam fazer a diferença. Esses sentimentos de capacitação ajudaram a explicar os efeitos de tais líderes na criatividade dos funcionários e no comportamento de cidadania. Os funcionários capacitados são mais propensos a ser indivíduos eficientes e confiantes, comprometidos com objetivos significativos e que mostram iniciativa e criatividade para alcançá-los. Geralmente têm liberdade para gerar novas ideias e a confiança de que essas ideias serão valorizadas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Segundo, os funcionários eram mais propensos a confiar em líderes que viam como mais capacitadores. Eles acreditavam mais em seus líderes e eram mais propensos a colaborar sem medo de ser explorado. Isso não é tão intuitivo quanto possa parecer. Quando um líder tenta capacitar os funcionários, pede que assumam desafios e responsabilidades adicionais. Os funcionários podem interpretar esta demanda como uma tentativa do líder de evitar seu próprio trabalho. Mas, descobrimos que quando a liderança capacitadora também envolve tutoria e apoio ao desenvolvimento dos funcionários, cria um relacionamento de confiança mútua. Como a capacitação psicológica, descobrimos que esse sentimento de confiança ajudou a explicar os efeitos da liderança capacitadora na criatividade e na cidadania. Isso ocorre porque a confiança reduz a incerteza do meio ambiente, proporcionando um senso de segurança, que permite aos funcionários assumir mais riscos sem se sentir vulneráveis.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>Sentir-se capacitado nem sempre estimula o desempenho de tarefas rotineiras</strong></a></span><br />
<span style="color: #333333;">Descobrimos que o estilo capacitador de liderança estava relacionado ao bom desempenho dos funcionários nas tarefas básicas e rotineiras — mas nada muito diferente dos líderes não capacitadores. Também havia muita variação: às vezes, os líderes que tentavam capacitar seus funcionários acabavam fazendo mais mal do que bem. Por exemplo, um estudo em nossa análise descobriu que, ao tentar fornecer responsabilidade e desafios adicionais, os líderes capacitadores sobrecarregavam seus funcionários e aumentavam o nível de estresse. O melhor desempenho em tarefas de rotina foi observado com os líderes capacitadores que desenvolveram um bom relacionamento com seus funcionários e eram tidos como muito confiáveis.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nossos resultados mostraram novamente que os efeitos da liderança capacitadora são determinados pela forma como os funcionários percebem o comportamento do líder. Os subordinados podem interpretar a autonomia e a tomada de decisão compartilhadas como uma indicação de que o líder confia neles e oferece oportunidades para autodesenvolvimento e crescimento — ou como evidências de que o líder não consegue liderar e está tentando evitar as decisões difíceis. No último caso, os funcionários podem ficar frustrados e inseguros com sua função, levando a um pior desempenho nas tarefas de rotina. Portanto, é vital que, ao tentar capacitar seus funcionários, os líderes não façam muita pressão ou criem incertezas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O segredo é entender as expectativas dos funcionários. Pesquisas recentes mostraram que os funcionários têm expectativas próprias sobre o nível de capacitação que os líderes devem almejar. Quando a abordagem de capacitação dos líderes não se alinha com as expectativas dos funcionários — por exemplo, se concedem responsabilidades de autonomia ou tomada de decisão demais ou de menos — eles podem ter impressão negativa desse comportamento.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>Alguns funcionários respondem melhor à liderança capacitadora</strong></a></span><br />
<span style="color: #333333;">Para entender melhor por que a liderança capacitadora estimula o desempenho nas tarefas rotineiras de alguns funcionários, mas não de outros, analisamos outros fatores que podem influenciá-la, como o contexto cultural, o setor, e a experiência dos funcionários.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Discute-se hoje se a capacitação de funcionários é um princípio de gestão “ocidental” que não pode ser aplicado em culturas “orientais”, como a China. Comparamos os efeitos da liderança capacitadora no desempenho das tarefas dos funcionários nas culturas ocidentais e orientais. Para nossa surpresa, descobrimos que os líderes percebidos como capacitadores por funcionários de empresas localizadas em culturas orientais (como a China) tiveram um efeito maior no desempenho de tarefas rotineiras do que líderes em culturas ocidentais (como os EUA). Em outras palavras, fortalecer os comportamentos de liderança (como delegar autoridade e atribuir responsabilidades adicionais) foi associados a um melhor desempenho em tarefas rotineiras de funcionários em culturas orientais, comparado com culturas ocidentais. Esse resultado pode ser explicado pelo fato de que, nas sociedades orientais, como a China, a Índia e a República da Coréia, espera-se que aqueles em posição de maior poder ajudem e apoiem aqueles em posições inferiores, enquanto os subordinados devem ser leais e obedecer seu líder. Essa norma social aumenta a receptividade dos funcionários à liderança capacitadora e pode até amplificar seus efeitos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Mas, nas sociedades ocidentais, como os EUA, o Reino Unido e a Alemanha, os funcionários podem preferir ter maior independência do líder. Nesse contexto, os amplos cuidados e a preocupação demostrados por um líder capacitador podem ser vistos como uma invasão ou mesmo uma tentativa informal de controle. Isso talvez explique os efeitos mais fracos observados nas culturas ocidentais, onde a liderança capacitadora nem sempre é bem-vinda.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nós também analisamos se a liderança capacitadora seria mais efetiva em negócios intensivos em mão-de-obra (como hotelaria, construção, educação e atendimento médico), onde as pessoas são fundamentais para a eficácia organizacional, comparados com empresas com uso intensivo de ativos (como energia, telecomunicações, e transporte), que exigem investimentos substanciais em ativos físicos ou financeiros. Para nossa surpresa, descobrimos que esse não é o caso. Acreditávamos que a liderança capacitadora pode ser mais restrita em negócios intensivos em ativos devido à automação e processos de trabalho altamente estruturados, mas nossa pesquisa sugere que a liderança capacitadora é benéfica em uma variedade de setores.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Finalmente, investigamos quais funcionários se beneficiam mais de um líder que se empenha em capacitá-los. Analisamos especificamente o tempo de casa dos funcionários porque essa informação geralmente está disponível na maioria dos estudos e é um bom indicador para entender o nível de experiência dos funcionários dentro de uma empresa. Descobrimos que a liderança capacitadora teve uma influência positiva mais forte no desempenho cotidiano dos funcionários que tinham menos experiência na empresa comparados com os funcionários que estavam há mais tempo em seus empregos. Em outras palavras, líderes capacitadores observaram melhorias maiores no desempenho dos funcionários menos experientes do que entre os funcionários mais experientes. Isso também nos surpreendeu, pois achávamos que os funcionários com menos experiência e conhecimento do trabalho seriam menos capazes de aproveitar as oportunidades dadas pelos gestores. Entretanto, também é provável que os membros mais novos da equipe de funcionários sejam especialmente interessados em aproveitar as oportunidades e causar uma boa primeira impressão. Assim, oferecer à equipe mais nova a oportunidade de se apropriar de seu papel pode ser uma ferramenta de liderança particularmente eficaz.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>A capacitação deve apoiar o </strong><b>funcionário</b></span><br />
<span style="color: #333333;">Embora nossa meta-análise tenha revelado novos conhecimentos sobre líderes capacitadores, em algumas áreas havia poucos estudos disponíveis para análise. Por exemplo, estudos longitudinais eram muito raros e, portanto, não foi possível determinar a causalidade — nossas correlações não confirmam se a liderança capacitadora causou aumento no desempenho do funcionário ou se os empregados que tiveram melhor desempenho eram mais propensos a receber responsabilidades adicionais e capacitação de seus líderes. E poucos estudos utilizaram dados objetivos de desempenho (como dados de vendas), a maioria se apoiava nas avaliações de desempenho dos funcionários feitas pelos líderes, que podem ser tendenciosas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No geral, porém, nossos resultados sugerem que a liderança capacitadora motiva os funcionários e estimula sua criatividade, mas também pode criar ônus e estresse adicionais que podem prejudicar seu desempenho de rotina. É crucial que os gestores entendam que a liderança capacitadora tem seus limites e que fatores como a confiança e a experiência afetam a forma como seus comportamentos são percebidos.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/capacitacao-de-funcionarios/. Acessado em 29 de Março de 2018.</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;">
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		<title>Negócios promissores para 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 16:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 1 Nº 5 (2018) REGEM mar 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) O Sebrae elaborou um estudo sobre quais as ideias de negócio mais promissoras de 2018, com base no perfil de novas empresas, nas taxas de expansão dos segmentos, no comportamento da economia nacional e no mercado externo. O principal destaque da pesquisa é que os empreendimentos que promovem&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 1 Nº 5 (2018) REGEM mar 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O Sebrae elaborou um estudo sobre quais as ideias de negócio mais promissoras de 2018, com base no perfil de novas empresas, nas taxas de expansão dos segmentos, no comportamento da economia nacional e no mercado externo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O principal destaque da pesquisa é que os empreendimentos que promovem saúde, inovam na oferta de alimentos e oferecem serviços ligados à beleza pessoal estão entre as atividades mais prósperas.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">“Os recentes resultados de geração de emprego comprovam que economia dá sinais de recuperação. Com isso, aumenta também o poder de compra dos brasileiros, que voltam a consumir alimentação fora de casa, retomam o ritmo de cuidados pessoais e conseguem investir na saúde”, analisou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, em comunicado sobre o estudo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em><strong>Confira quais são os 12 negócios mais promissores para abrir em 2018:</strong></em></span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">1 — Alimentos e bebidas</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O setor de alimentação segue forte para 2018. Dentro de um segmento tão amplo, o Sebrae destaca como negócios promissores bares, casas de chá e sucos, comércio de alimentos e bebidas, fabricação de produtos de padaria e confeitaria, fornecimento de alimentos preparados (como marmitas) e lanchonetes.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">2 — Beleza e cosméticos: serviços pessoais</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Outro setor tradicional no país é o beleza e cosméticos. O Sebrae destaca que, para 2018, os empreendedores podem ir além do comércio de produtos, que também é promissor. Outros bons negócios são os de cabeleireiro, manicure, pedicure e procedimentos estéticos.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">3 — Calçados e vestuário</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Outro segmento tradicional e que segue forte, na visão do Sebrae, é o de calçados e vestuário. Alguns bons empreendimentos no ramo são comércio de roupas e sapatos e a confecção sob medida dos mesmos produtos.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">4 — Comunicação e computação</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Entregar informações por meios digitais é uma aposta da instituição para este ano. Além dos conhecidos portais de conteúdo e dos serviços de comunicação e multimídia, outras apostas são o desenvolvimento de softwares e de serviços de internet relacionados ao setor.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">5 — Construção</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O setor de construção se beneficia tanto de épocas boas da economia, com o lançamento de novos imóveis, quanto de épocas ruins, com a aposta em consertos. O Sebrae destaca como bons negócios na área o comércio de material de construção, instalação e manutenção elétrica, pequenas reformas e serralheria.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">6 — Educação</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A área de educação é mais um ramo tradicional que se expande a cada ano. Alguns negócios promissores são os de educação infantil, de ensino de esportes, de transporte escolar e de treinamentos gerenciais e profissionais.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">7 — Entretenimento</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Uma dica do Sebrae para empreender em 2018 é apostar em negócios de entretenimento. Alguns exemplos são as casas de festas e eventos e a organização de congressos, exposições e feiras.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">8 — Informática</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O setor de informática possui diversas atuações. Para 2018, o Sebrae destaca o comércio de equipamentos de informática, como acessórios e peças para computadores.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">9 — Lojas de conveniência</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">As lojas de conveniência dispensam apresentações. As redes de franquia no setor se proliferam, atendendo negócios como postos de gasolina, e seguem sendo uma aposta para este ano.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">10 — Saúde</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O setor de saúde já é bem promissor, mas deve ganhar cada vez mais destaque com o envelhecimento progressivo da população brasileira.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O Sebrae lista como tipos de empresas promissores nesse segmento as de ambulatório; de atividades de condicionamento físico e fisioterapia; de cuidados com idosos; de ensino de esporte; de serviços de diagnóstico por imagem; e de venda de planos de previdência complementar e de saúde. Outra atuação destacada pela instituição é a de serviços veterinários, com foco na saúde de animais de estimação.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">11 — Serviços especializados</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O setor de serviços pode render bons frutos caso o empreendedor aposte na atividade certa. Algumas das dicas do Sebrae são os serviços de entrega rápida; de fotografia; de lavagem, lubrificação, pintura e polimento de veículos; de produção de fotografias; de táxi; e de transporte de carga.</span></p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">12 — Vendas</span></h3>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A área de vendas é mais uma aposta para 2018. O Sebrae recomenda investir em negócios que trabalhem com fabricação de letreiros, marketing direto, promoção de vendas e representação comercial, por exemplo.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: https://exame.abril.com.br/pme/os-12-negocios-mais-promissores-para-2018-segundo-o-sebrae/</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
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