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	<title>Arquivos Design Thinking &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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	<description>Treinamentos e Programas de Desenvovimento Empresarial</description>
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	<title>Arquivos Design Thinking &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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		<title>Planeje uma reunião melhor com design thinking</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2018 22:44:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) “Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">“Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de reunião, entediadas e ansiosas — custa cerca de US$177 mil por ano, e certamente este cenário faz-se presente por toda a empresa centenas de vezes por dia. Isso nos esgota e gera cinismo. Tantas reuniões são oportunidades perdidas”.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas sensações — externadas por uma aspirante ao curso de <em>meeting facilitation</em> que ministramos na Georgetown University — parecem-lhe familiares? Provavelmente, de acordo com estas estatísticas sobre reuniões:</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #800080;">• Empresas realizam mais de três bilhões de reuniões por ano.</span><br />
<span style="color: #800080;">• Executivos gastam de 40 a 50% de suas horas de trabalho — ou 23 horas por semana — em reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 90% dos participantes admitem ficar divagando durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 73% admitem fazer outras atividades durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 25% das reuniões são usadas para discutir assuntos irrelevantes.</span></h3>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao mesmo tempo, o tipo certo de reunião pode ser fundamental para aprimorar a agenda da equipe ou da empresa. Sendo assim, como é possível garantir que as reuniões que você preside não sejam destrutivas, mas produtivas?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Colocando o <strong><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener">design thinking</a></strong> em prática – um conceito popularizado pelo fundador da IDEO, David Kelly e a Stanford d.school -, aplicado primeiramente ao <em>design</em> de objetos físicos, depois a outros produtos, como ferramentas tecnológicas, e, atualmente, a desafios mais complicados em uma ampla variedade de indústrias. A ideia é colocar o “usuário” no cerne da experiência — uma abordagem que também funciona com o <em>design</em> de reuniões.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Comece colocando de lado sua própria expertise e agenda e pensando nas pessoas que serão afetadas pela reunião. <a style="color: #333333;" href="http://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gere empatia</strong></a> para com elas fazendo três perguntas:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">1. Quem estará presente e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">2. Quem não estará presente mas, ainda assim, será afetado pela reunião e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">3. De maneira mais ampla, em qual cultura e ambiente você está atuando e quais são alguns dos desafios e oportunidades mais abrangentes?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Procure, de maneira ativa, pelas pessoas que participarão da reunião ou que por ela serão afetados, e converse com elas — pessoalmente, de preferência. Ainda que você tenha reuniões regulares com o mesmo grupo de pessoas, esses breves encontros pessoais podem ajudar a desenvolver confiança, a trazer à tona problemas escondidos e a assegurar que os participantes sintam-se mais envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Depois, <strong>elabore um esquema</strong> para reunião. Tendo ouvido e observado atentamente, você deve sugerir um objetivo abrangente para a reunião e articular claramente os resultados desejados, que, para serem alcançados, devem estar interligados. Recomendamos que você se questione: caso esta reunião seja um estrondoso sucesso, qual será a consequência em relação ao modo como as pessoas passarão a se sentir, saber e agir? Coloque os resultados desejados em sua agenda para que os envolvidos saibam por que estão participando e possam avaliar juntamente com você se o tempo gasto foi ou não produtivo. De acordo com nossa experiência, as pessoas raramente passam tempo suficiente fazendo essas coisas. As reuniões são frequentemente marcadas sem um objetivo particular em mente — simplesmente para ganhar tempo — e, como consequência, o carro normalmente conduz os bois. Os funcionários se reúnem simplesmente porque acham que devem. Mesmo, e talvez principalmente, rápidas reuniões merecem ter um objetivo evidente e uma clara articulação dos resultados almejados. Isso mantém as pessoas concentradas, fazendo com que sintam que seu tempo está sendo bem empregado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O terceiro passo é dar à reunião um <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>design criativo</strong></a>. Conhecendo as principais questões a serem abordadas, e qual a feição de uma reunião bem sucedida, deve-se criar a agenda. A tendência das pessoas é, quando muito, preparar as agendas na última hora. Comparamos o <em>design</em> e a execução de reuniões com o aplicativo de navegação Waze: qual a maneira mais rápida, segura e efetiva de se chegar ao seu destino? O primeiro passo, envolver-se completamente com as pessoas, lida com a compreensão de para onde se deseja ir (praia? centro da cidade? montanhas?). O segundo tem a ver com a identificação do destino desejado — seu endereço e localização exatos. O terceiro passo está totalmente relacionado ao caminho. Você deve chegar lá o mais rápido possível? É preciso pegar um desvio? Qual o caminho mais pitoresco? Existem estradas pelas quais você já passou tantas vezes que talvez seja melhor evitar? No que você precisa prestar atenção, quais são os buracos ou congestionamentos existentes em sua equipe?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essa é a fase em que encorajamos as pessoas a serem “brincalhonas”, a colocar a realidade um pouco de lado e passar por cima de suas ideias inicias e mais “adequadas”. Como seria para você incutir um pouco de diversão em suas reuniões? Começar e terminar de uma maneira inesperada? Usar filmes, imagens, poesia ou música para despertar ideias? Criar uma oportunidade para compartilhamentos pessoais e relacionamentos? Embora isso tudo possa parecer frívolo, é, na verdade, extremamente importante. Reuniões são oportunidades não apenas para fazer com que as coisas aconteçam, mas também para fomentar uma cultura positiva de equipe.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por fim, <a style="color: #333333;" href="https://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>teste seu plano</strong></a> da mesma maneira que um <em>designer</em> de produtos colocaria um protótipo inicial nas mãos do usuário. Em um contexto ligado a reuniões, isso pode ser o compartilhamento do esboço da agenda com os participantes. Suas respostas o ajudarão a conseguir mais empatia, a formular novas perguntas, a ficar ainda mais criativo no <em>design</em> de sua reunião e a aumentar seu potencial para ser bem-sucedido na reunião.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Aqueles que fizeram uso desse processo de <em>design</em> em suas reuniões nos contam que isso teve um impacto substancial tanto na eficácia de tais encontros, como na atitude das pessoas em suas empresas em relação às reuniões. Cada fase possui seus benefícios. A imersão ajuda as pessoas a sentirem que estão sendo ouvidas, assegurando que os líderes das reuniões estejam vinculados aos participantes. Esquematizar leva o líder da reunião a garantir que existam objetivos claros em cada encontro. Usar a imaginação faz com que o <em>design</em> das reuniões seja mais criativo e experimental. Por fim, valer-se do uso de um protótipo — algo tão simples como receber <em>feedback</em> de algumas pessoas acerca de seu plano — faz com que as pessoas sintam-se valorizadas, mais responsabilizadas nas reuniões e mais envolvidas em seus sucessos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Isso pode parecer algo oneroso para ser realizado em toda reunião mas, com prática, é possível aprender a percorrer esses estágios cada vez mais rapidamente, e então você irá notar que, a longo prazo, este pequeno investimento inicial economiza um tempo considerável. Você terá um número menor de reuniões e aquelas que ocorrerem serão mais produtivas — e até, em alguns casos, divertidas.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
<hr />
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		<title>Design Thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2018 22:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Design Thinking é disciplina obrigatória nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o Design Thinking é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 1 Nº 14 (2018) REGEM mar 2018</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number). <em>Atualizado em janeiro de 2022.</em></span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>por Prof. Saulo Carvalho</em></span></h6>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h6>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/">Disciplina obrigatória</a> nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o <em>Design Thinking</em> é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>O que é <em>Design Thinking</em>?</strong></span></h1>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">É um processo de construção criativa de uma solução – produto, serviço ou sistema – a partir da desconstrução daquilo que superficialmente o problema tem a apresentar. Significa mergulhar (com técnicas acadêmicas e já testadas) na vivência do problema, ou seja, para entender melhor os problemas que uma pessoa com deficiência visual enfrenta e lhe proporcionar soluções, o <em>Design Thinking</em> propõe que o profissional vende seus olhos e esteja exposto ao mesmo ambiente daquele que não pode enxergar. O <em>Design Think</em> deverá colocar as pessoas envolvidas no cerne do processo de criação. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IMERSÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">como primeira etapa, é fundamental para as gerações de inovações disruptivas que entreguem soluções mais amplas e eficazes e, ao mesmo tempo, com alto caráter de simplicidade em sua aplicação.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IDEAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nessa etapa, após o envolvimento profundo com as nunces do problema e a participação efetiva das pessoas envolvidas, deverão surgir <em>insights</em> de uma solução que o aborde em 360º e possibilite um passo à terceira etapa. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>PROTOTIPAÇÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No <strong><em>Design Thinking</em></strong>, esta etapa não será apenas uma fase de testes mas sim uma evolução da solução pensada mesmo que isso signifique total remodelação do protótipo. No conceito de <strong><em>Design Thinking</em></strong> deverá ser valorizado o caminho percorrido pois mesmo que o protótipo seja inútil inicialmente, acredita-se que nele germina alguma semente que se, remodelada, poderá germinar na solução adequada. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>APLICAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por último, após longo processo de evolução e prototipagem, surgirão frutos que poderão ser aplicados de forma embrionária (ainda ligada a terceira etapa de melhoria contínua) ou em maior escala: </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A similaridade do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ao método PDCA (planejar, fazer, checar e agir) inicialmente poderá confundir o leitor. O PDCA fruto de muitos séculos de pensamento filosófico (Copérnico, Telesio, da Vinci, Descartes e outros não menos importantes como os clássicos gregos) surge ou <em>re</em>ssurge no século vinte aperfeiçoado por norte-americanos e japoneses. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Apesar da similaridade entre os dois processos, talvez a maior diferença entre o <strong><em>Design Thinking</em></strong> e o PDCA seja o formato da etapa de IMERSÃO onde os gestores do processo de <strong><em>Design Thinking</em></strong> precisam, de fato, vivenciar as relações do problema apresentado trazendo e valorizando a fundamental importância de todas as pessoas diretamente envolvidas ou impactadas de alguma forma pelo problema. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Então, de forma simplificada, o <strong><em>Design Thinking</em></strong> pode ser definido como um processo estruturado, e ao mesmo tempo orgânico e não estruturado, para a solução mais abrangente e eficaz de problemas tendo o P de pessoas em um ciclo constante de catarse e propagação de ideias, protótipos e aplicações.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Esse processo vem absolutamente ao encontro daquilo que defendo há anos: O <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing</a> não pode e não deve mais ser visto e praticado como somente técnicas que levam o produto certo, no momento certo, no local certo, com o preço adequado ao público correto. Marketing não é somente publicidade! </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing é Gestão. Marketing é a administração em equilíbrio de Produto, Preço, Ponto de venda, Promoção, <strong>Pessoas</strong>, Processos, Provas físicas e relatoriais, Opinião pública e Política (micro e macro ambientes)</a> como exposto em Kotler (2010).</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Portanto, não trata-se da simples adição de mais cinco P´s aos de Jerome McCarthy da década de 1960, trata-se de entender melhor a extensão, complexidade e beleza dos mercados (<em>markets</em>) e colocar as PESSOAS na centralidade das soluções buscadas por empresas, ONG´s, OSCIPS  ou quaisquer outras organizações que habitam e sobrevivem na seara mercadológica.</span></h3>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Prof. Saulo Carvalho</span></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Um entre inúmeros casos de sucesso de aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ocorreu no Vietnã que viu seu PIB mais que dobrar entre 1998 (99 bilhões de dólares) e 2016 (205 bilhões de dólares) segundo a <em>Trading Economics</em>. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No início da década de 1990 o governo vietnamita se deparou com um quadro de 65% de subnutrição em crianças de até cinco anos de idade constatado em pelo menos dez mil vilarejos do país. Um sério problema para um país que almeja crescimento e desenvolvimento econômico. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Mas no lugar de criar programas de alimentação em nível nacional com o fornecimento de alimentos como a maioria dos governantes gostaria, e que teria claramente um elevado custo, o governo adotou a aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> enviando equipes para melhor observar os hábitos culinários e alimentares daquela população (imersão). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas observações vieram constatar que crianças de alguns vilarejos não eram afetadas pela subnutrição, em função, justamente, de algumas culturas e hábitos diferenciados dos demais. Isso direcionou a estudos mais profundos sobre as características bioquímicas desses alimentos e pavimentou a ideia (ideação) de criar equipes volantes (prototipação) para aprendizagem e difusão de boas e novas práticas alimentares e preparação de alimentos em maior escala por todo país (aplicação). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao fim da aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> pelo governo vietnamita, constatou-se uma inversão importante: os levantamentos apontaram que frente aos 65% de crianças subnutridas, a técnica adotada com um investimento muito menor de recursos, elevou a taxa de nutrição adequada a 80% das crianças.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Para saber mais como implementar o <strong>Design Thinking</strong> como ferramenta de inovação e aplicação de <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">projetos, treinamentos e processos</a> em sua empresa, faça <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">contato com a iBlueMarketing Consultoria em Marketing e Gestão de Negócios</a>. Teremos enorme prazer em ajudar!</span></p>
<h5 style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><strong><em>Lattes CNPq: <a style="color: #808080;" href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Referências: </em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Kotler, PHILIP. Marketing 3.0. As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Elsevier Brasil, 2010.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Stanford Social Innovation Review &#8211; https://ssir.org/articles/entry/design_thinking_for_social_innovation. Acesso em 24/03/2018.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
<hr />
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