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	<title>Arquivos Consultoria &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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	<description>Treinamentos e Programas de Desenvovimento Empresarial</description>
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	<title>Arquivos Consultoria &#8226; Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</title>
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		<title>Gestão de pessoas: delegar e ensinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 10:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[iBlueMarketing]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Prof. Saulo Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Revista de Gestão e Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada etapa, do desenvolvimento e esboço da ideia até o relatório e a análise de dados, requer muita supervisão. De modo geral, seria mais rápido se os diretores de laboratório se encarregassem eles mesmos de todo o trabalho pesado ou contratassem funcionários para fazê-lo.</p>
<p>O post <a href="https://oakast.com/gestao-de-pessoas-delegar-e-ensinar/">Gestão de pessoas: delegar e ensinar</a> apareceu primeiro em <a href="https://oakast.com">Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</a>.</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre Saulo Carvalho:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
										<div class="elementor-testimonial-details">
														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p></p>
<p class="wp-block-paragraph"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 10 Nº 1 (2018) REGEM dez 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<h3>Treinamento</h3>
<p class="has-text-color has-drop-cap has-very-dark-gray-color" style="text-align: left;"><b>Treinamento.</b> HARVARD: <a href="https://hbr.org/2018/10/how-to-stop-delegating-and-start-teaching" target="_blank" rel="noopener">Professor Art Markman:</a> por ser professor universitário, costumo treinar doutorandos. Na psicologia e na maioria dos campos da ciência, logo no início do programa, os alunos são alocados a um projeto e adquirem habilidades essenciais por meio de determinado modelo de aprendizagem. Muitos acabam dedicando-se a trabalhos relacionados a objetivos de pesquisa mais específicos e aprendendo a planejar os próprios estudos – um processo lento e meticuloso. Cada etapa, do desenvolvimento e esboço da ideia até o relatório e a análise de dados, requer muita supervisão. De modo geral, seria mais rápido se os diretores de laboratório se encarregassem eles mesmos de todo o trabalho pesado ou contratassem funcionários para fazê-lo.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph" style="text-align: left;">No entanto, quem formaria a próxima geração de cientistas? Os gestores que têm dificuldade em delegar tarefas podem aprender com esse processo – sobretudo se tiverem uma carga de trabalho excessiva ou precisarem de um substituto enquanto viajam. A principal questão nesse sentido é a confiança no desempenho desse profissional, por isso muitos têm receio de atribuir responsabilidades a alguém que possa não atender às expectativas.</p>
<h3>Treinamento e desenvolvimento</h3>
<blockquote>
<p><span style="color: #008080;">Empresas que valorizam e se empenham para promover o desenvolvimento de seus colaboradores criam em médio e longo prazos grandes diferenciais competitivos nos mercados em que atuam.</span></p>
<p><span style="color: #008080;">Em minha prática consultiva diária a empresas de diversos segmentos (do varejo à indústria, serviços e passando pelo segmento de TI) está clara a fragilidade – muitas vezes ausência total – das ações que promovem qualidade contínua no processo de desenvolvimento individual com foco a melhores resultados e, sobretudo, resultados sustentáveis para empresas de qualquer porte e faturamento.</span></p>
<p><strong><span style="color: #333333;">Prof. MSc Saulo Carvalho</span></strong></p>
</blockquote>
<p></p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA O ARTIGO:</p>
<h2 class="h1" style="text-align: center;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/revista/o-poder-do-desenvolvimento-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #008080;">O poder do desenvolvimento de pessoas</span></a></h2>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Contudo, há um problema com essa postura. É fundamental que os gestores deixem de ver a transferência de incumbências como delegação – simples assim –, caso contrário, só designarão tarefas complexas aos funcionários quando não puderem dar conta delas. Até lá, continuarão a fazer tudo sozinhos, o que não é incomum, afinal, provavelmente fazem um trabalho melhor do que os subordinados, que têm menos experiência na função.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph">O problema é que, com esta prática, os funcionários estão fadados ao fracasso.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Nenhum técnico permitiria que um atleta jogasse uma partida importante sem um intenso treinamento prévio. Os gestores também deveriam assumir essa mentalidade. Quando se delega uma tarefa, pela primeira vez, a alguém sem a devida capacitação só porque não se tem condições de realizá-la, a probabilidade de sucesso é pequena. Corre-se ainda o risco de acabar com o moral da equipe. Caso se sintam sobrecarregados pelo encargo recebido, os funcionários podem acreditar-se incapazes de desincumbir-se de tarefas complexas.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph"><span style="color: #333333;"><strong>Treinamento e desenvolvimento:</strong></span> Um aspecto fundamental do trabalho do gestor são o treinamento e a capacitação de pessoal, inclusive daqueles que querem conquistar, algum dia, cargos de liderança semelhantes ao seu.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Quando se incorpora a mentalidade de treinamento e desenvolvimento – em vez de atribuidor de funções –naturalmente se passará a buscar formas de delegar um pouco mais de responsabilidade aos funcionários.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Assim, os que se esforçarem e demonstrarem nos <span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/revista/o-poder-do-desenvolvimento-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener">programas de treinamento e desenvolvimento</a></span> aptidão deverão receber mais oportunidades de realizar tarefas novas e desafiadoras.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-drop-cap has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph"><a href="https://ibluemarketing.com.br/gestao-de-pessoas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Comece a avaliar quem da equipe realmente deseja crescer na empresa e identifique suas principais áreas de interesse. Elabore um plano de desenvolvimento para eles e relacione as habilidades necessárias para que atinjam suas metas. Em seguida, procure atribuir-lhes funções que exijam essas capacidades, assim como qualquer outro trabalho que acredite que lhes possa interessar. Muitos profissionais precisam de um estímulo para concentrar-se em seus pontos fracos – sobretudo naqueles que creiam estar fora de sua especialidade. (abre em uma nova aba)">Comece a avaliar quem da equipe realmente deseja crescer na empresa e identifique suas principais áreas de interesse. Elabore um plano de desenvolvimento para eles e relacione as habilidades necessárias para que atinjam suas metas. Em seguida, procure atribuir-lhes funções que exijam essas capacidades, assim como qualquer outro trabalho que acredite que lhes possa interessar. Muitos profissionais precisam de um estímulo para concentrar-se em seus pontos fracos – sobretudo naqueles que creiam estar fora de sua especialidade.</a></p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph">Planeje a experiência de maneira que os funcionários desempenhem tarefas cada vez mais desafiadoras.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Promova diversas sessões de treinamento. Ao delegar determinada tarefa a alguém pela primeira vez, pode ser interessante realizar trabalho junto com ele(a).</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Permita que o funcionário o(a) acompanhe enquanto você explica alguns dos pontos principais. Em seguida, deixe-lhe fazer uma parte por conta própria sob sua supervisão.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Só permita que se encarregue do trabalho todo quando sentir que a pessoa está pronta.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph">Por exemplo, pode interessante ensinar alguém a conduzir uma reunião semanal de acompanhamento do progresso para quando você estiver fora.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Comece o treinamento quando ainda estiver no escritório. Deixe que observem como você elabora a pauta e pondera as questões a serem discutidas. Assim, na próxima vez, delegue essas funções, mas faça uma avaliação dos resultados. Permita que o(a) treinando(a) lidere parte da reunião ainda sob sua supervisão. Dessa forma, a pessoa estará pronta para assumir a tarefa por completo quando necessário. Com isso, você contribuirá para que sua equipe atinja seus objetivos de carreira e a preparará para assumir algumas de suas próprias responsabilidades.</p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph">Passar a tratar os subordinados diretos como aprendizes exigirá algum esforço e tomará mais algum tempo da sua já atribulada semana. A princípio, será necessário observar com cuidado o trabalho para garantir que esteja de acordo com os padrões estabelecidos.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">Além de ensinar a desempenhar a função, será preciso explicar o porquê de fazê-la dessa forma. Também é fundamental fazer com que os próprios funcionários resolvam os eventuais problemas decorrentes de suas ações, pois é com a prática que aprenderão. <a href="https://ibluemarketing.com.br/exaustao-do-empregado-e-um-problema-da-empresa-nao-da-pessoa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Passar a tratar os subordinados diretos como aprendizes exigirá algum esforço e tomará mais algum tempo da sua já atribulada semana. A princípio, será necessário observar com cuidado o trabalho para garantir que esteja de acordo com os padrões estabelecidos. Além de ensinar a desempenhar a função, será preciso explicar o porquê de fazê-la dessa forma. Também é fundamental fazer com que os próprios funcionários resolvam os eventuais problemas decorrentes de suas ações, pois é com a prática que aprenderão. Por fim, você poderá observar uma queda de sua própria produtividade por conta do tempo gasto com as orientações. (abre em uma nova aba)">Por fim, você poderá observar uma queda de sua própria produtividade por conta do tempo gasto com as orientações.</a></p>
<p></p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color wp-block-paragraph">Entretanto, quando esse tipo de treinamento se torna parte corriqueira do trabalho, passa a ser fácil delegar.</p>
<p class="has-text-color has-very-dark-gray-color">A equipe consistirá de funcionários confiáveis que podem auxiliá-lo(a) quando você estiver sobrecarregado(a) ou fora do escritório. Como vantagem adicional, você terá sucessores habilitados e, como já dizia o ditado, quem não pode ser substituído não pode ser promovido.</p>
<blockquote>
<p><span style="color: #333333;">Projetos e processos de qualidade contínua devem ser objetos de busca incansável de toda empresa. Entendemos que tais projetos e processos devam ter objetivos claros ao se desenvolverem. Também é absolutamente razoável constatarmos que as sementes de projetos e processos necessitam ser lançadas e cultivadas em solo fértil para darem frutos. <strong>O solo fértil de qualquer organização são as pessoas que nela atuam!</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">Por essa razão torna-se também lógico que, antes de lançar mão do cultivo de quaisquer projetos e processos, a empresa deva tratar de forma antecipada e adequada seu solo fértil, para que as sementes de fato cresçam e deem frutos (lucro a todas e a todos) de forma sustentável.</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Prof. MSc Saulo Carvalho</strong></span></p>
</blockquote>
<p></p>
<p class="has-text-color has-cyan-bluish-gray-color wp-block-paragraph" style="font-size: 12px;"><span style="color: #999999;"><em>Fonte:<a style="color: #999999;" href="https://hbr.org/2018/10/how-to-stop-delegating-and-start-teaching">https://hbrbr.uol.com.br/pare-de-delegar-e-comece-a-ensinar-mais/</a></em></span></p>
<p></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
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		<title>Gestão: como combater a corrupção dentro de sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 17:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
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		<category><![CDATA[Prof. Saulo Carvalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Professor Saulo Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista de Gestão e Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gestão: Princípios éticos de Gestão são fundamentais a quaisquer organizações não importando seu tamanho ou envergadura financeira.</p>
<p>O post <a href="https://oakast.com/gestao-como-combater-a-corrupcao-dentro-de-sua-empresa/">Gestão: como combater a corrupção dentro de sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://oakast.com">Treinamentos e Desenvolvimento de Pessoas</a>.</p>
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							<div class="elementor-testimonial-content"><strong>Sobre o autor:</strong> Mestrado em Gestão e Planejamento | Especialização em Comunicação Empresarial e Marketing. Atuações e consultorias em Gestão e Marketing no Brasil e América Latina.</div>
			
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							<a href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank"><img decoding="async" src="https://ibluemarketing.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Prof.-MSc.-Saulo-Carvalho-quadrado-2.jpg" title="" alt="" loading="lazy" /></a>						</div>
					
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														<a class="elementor-testimonial-name" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Saulo Carvalho</a>
																						<a class="elementor-testimonial-job" href="https://www.linkedin.com/in/saulocarvalho/" target="_blank">Mestre em Gestão e Planejamento</a>
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									<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 8 Nº 3 (2018) REGEM out 2018</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b>&nbsp;(International Standard Serial Number)</span></p>
<hr>
<blockquote>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #339966;">Gestão: Princípios éticos de Gestão são fundamentais a quaisquer organizações não importando seu tamanho ou envergadura financeira. No entanto, a evolução natural do mercado em direção a garantia de práticas éticas de Gestão por meio da Governança Corporativa, ou seja, boas práticas de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidades social, ambiental e econômico-financeira, encontra miríade de barreiras desafiadoras nos âmbitos social, cultural e de execução. Recomendo fortemente a leitura do livro <strong>Sistemas de Gestão Antissuborno &#8211; seu guia para a ISO 37001</strong> do meu dileto amigo Prof. Jefferson Guimarães. Nessa leitura sua empresa encontrará mecanismos práticos e simples para a aplicação de boas práticas de gestão.</span></h3>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Prof. Saulo Carvalho</span></h3>
</blockquote>
<hr>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>GESTÃO &#8211; HARVARD:</strong> Em 2016, o Fundo Monetário Internacional estimou que a corrupção equivalia a aproximadamente 2% da produção econômica global – entre $1,5 e $2 trilhões no total. De acordo com a Transparência Internacional, em 2016, na Índia, quase sete entre dez cidadãos relataram pagar propina para ter acesso a serviços públicos básicos como escolas, clínicas ou hospitais, acesso a documentos oficiais e serviços públicos básicos.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">E, apesar de tantas leis contra corrupção e do aumento no cumprimento de tais leis, o suborno em particular continua a prosperar e os custos para os negócios e a sociedade continuam crescendo.</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Já que ter leis escritas não é suficiente, os esforços anticorrupção e antissuborno precisam de mais impulso do setor privado. As empresas precisam adotar um papel mais forte ao apoiar práticas responsáveis em todos os aspectos de suas operações.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Afinal, aqueles que se encontram envolvidos em escândalos de corrupção, por exemplo, encaram uma série de consequências, dentre elas a interrupção de negócios, aumento dos custos financeiros e legais e prejuízos à marca e reputação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">As empresas normalmente gerenciam o risco de corrupção e suborno por meio de um conjunto de processos internos, certificações obrigatórias e boas práticas básicas por todas as suas operações – incluindo seus fornecedores e vendedores. Padrões externos podem ser também uma ferramenta poderosa de suporte a esses esforços, ajudando as empresas a fortalecerem a ética e práticas de&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;ao oferecer uma abordagem clara para ação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Um exemplo dessa ferramenta externa é a ISO37001, o Sistema de gestão antissuborno, publicado pela Organização Internacional de Padronização (ISO) em 2016 e concebida por um comitê formado por líderes globais e outras partes interessadas. A norma oferece às empresas uma estrutura para a criação ou avaliação comparativa de um programa eficaz antissuborno alinhado ao seu perfil de risco, e a construção de uma cultura que valoriza o comportamento ético.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Ela oferece um programa independente ou que pode ser integrado a um sistema de gerenciamento existente, e oferece uma linguagem e abordagem comuns que ultrapassam fronteiras e setores da economia. Esse programa cobre o suborno em todas suas diferentes formas – diretas e indiretas, recebidas ou oferecidas. A norma não aborda fraude, cartel ou outros delitos de concorrência e antitruste, lavagem de dinheiro ou outras atividades ligadas às práticas de corrupção.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Existem cinco importantes formas pelas quais a norma pode auxiliar as empresas a fortalecerem suas práticas:</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Definição clara de papéis para o conselho e a alta gerência:</strong></a>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A norma caracteriza as posições de liderança como sendo essenciais para um sistema anticorrupção eficaz. Ela deixa claro quais são as responsabilidades do conselho e da alta gerência, inclusive ao garantir que a estratégia da empresa esteja alinhada à sua política antissuborno. Também exige que a função de <em>compliance</em>&nbsp;seja exercida por pessoas com qualificações,&nbsp;<em>status</em>, autoridade, independência e recursos adequados. A boa definição de papéis e recursos adequados ajuda a implementar políticas antissuborno e anticorrupção de sucesso.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Essa afirmação é corroborada pelo relatório de 2016, elaborado pelo Instituto Ethispehere e pela Kroll, que encontrou “uma correlação significativa entre a percepção a risco e engajamento da alta gerência. Quanto mais engajado o conselho e a alta gerência estiverem, será mais provável que os respondentes afirmem acreditar que seu risco de corrupção e antissuborno irá diminuir ou se manter no mesmo nível no próximo ano”.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Adoção de cultura de&nbsp;<em>compliance</em>:</strong></a> </span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Os aspectos preventivos da norma darão apoio aos esforços da empresa na construção de uma cultura que valorize a ética e o <em>compliance</em>&nbsp;em suas operações. Adicionalmente aos requisitos dos papéis de liderança, a norma exige comunicação e treinamento para impulsionar o programa de&nbsp;<em>compliance</em>, e melhoria contínua para garantir que o programa não fique estagnado e atenda também às mudanças de risco.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A Siemens conseguiu restabelecer a confiança após um escândalo de corrupção que alcançou o topo da organização, em parte pela implementação de um programa de&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;eficaz.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Isso incluiu novos procedimentos de prevenção a corrupção, indicação de profissionais de&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">&nbsp;competentes em toda a organização, lançamento de treinamento abrangente e uma linha direta específica para&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">, investigação e monitoramento para apontar qualquer transgressão e garantir melhoria contínua.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Por meio desses esforços, a empresa procurou se afastar de uma cultura que era caracterizada como “abertamente tolerante à propina” para se identificar com uma cultura “guiada por padrões éticos”. A Siemens implementou os processos requeridos pelo ISO37001 antes mesmo da publicação da norma.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Apoiar uma abordagem consistente:</strong></a>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Os Diretores de <em>Compliance&nbsp;</em>estão constantemente monitorando o negócio em mais de uma localização e reforçando a importância de uma abordagem consistente nesse processo.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Em 2010, durante um exercício para analisar e melhorar seu programa de&nbsp;</span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">&nbsp;anticorrupção, a Ralph Lauren Corporation descobriu evidências de que sua subsidiária argentina pagava propina para funcionários do governo local. A empresa imediatamente disponibilizou essa informação ao Departamento de Justiça norte-americano e para a SEC (Comissão de Valores Mobiliários norte-americana).&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Nesse caso, a matriz da empresa pagou $1,6 milhão em multas para o Departamento de Justiça norte-americano e para a SEC para solucionar a questão. Essa multa foi relativamente pequena já que a própria Ralph Lauren Corporation a divulgou, cooperou e corrigiu o problema.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A norma oferece uma estrutura com indicadores mensuráveis e rastreáveis, que irão promover a consistência por toda organização. A norma não tende a um regime legal específico ou arcabouço regulatório de um país em detrimento de outro, mas busca destacar um conjunto de práticas que podem ser utilizadas pelas empresas, independentemente da localização de suas operações.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima-organizacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Boas práticas atravessando, em efeito cascata toda a cadeia de suprimentos:</strong>&nbsp;</a></span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Além de ter subsidiárias e empregados por todo o mundo, muitas empresas hoje contam com uma rede complexa de parceiros terceirizados que dão suporte ao negócio. Essa prática traz riscos e benefícios – suborno por um parceiro de negócios é um exemplo.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Além da inspeção prévia, monitoramento e auditoria dos parceiros, a norma pode ser utilizada por uma empresa como uma ferramenta para medir as competências dos terceiros e a robustez de seu programa de </span><em style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">compliance</em><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">. Isso pode ser feito pela garantia de certificações ou pedindo ao parceiro que demonstre que ele cumpre com a norma.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">Como a norma é uma ferramenta global, desenvolvida por um grupo de partes interessadas especializadas não ligadas a nenhuma norma ou regulamentação específica de um país específico, ela pode ser aceita com mais facilidade por muitos como uma linguagem antissuborno universal.</span></p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pme-estrategia-de-negocios/" target="_blank" rel="noopener">Vantagem competitiva</a>:</strong>&nbsp;</span></h4>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Lutar contra a corrupção melhora sua reputação e cria valor para sua marca. Empresas que conseguem demonstrar conformidade com uma norma anticorrupção aceita internacionalmente podem mais facilmente atrair parceiros de negócios e investidores que esperam maior transparência financeira e divulgação de atividades para determinar os riscos de suborno.&nbsp;</span></p><p style="text-align: left;"><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight );">De acordo com dados coletados pelo Instituto Ethisphere, as empresas que implementaram programas eficazes apresentaram desempenho na bolsa de valores 10,72% acima das demais empresas do mesmo setor. Pesquisas também demonstraram que empresas éticas têm rotatividade de pessoal mais baixa. E consumidores estão dando mais valor a empresas que têm práticas éticas também.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">As empresas começam a enxergar esses benefícios e muitas utilizam a norma para incrementar seus esforços. A lista de empresas certificadas inclui: Legg Mason, Alstom, Mabey, CPA Global, entre outras. Mesmo assim, a norma está em estágio inicial de adesão e precisará de mais tempo para ganhar força. O ritmo das certificações tem sido lento até hoje, talvez por conta do pequeno número de auditores credenciados disponíveis para realizá-las. A norma pode ser amplamente adotada se os governos começarem a exigi-la para participar em licitações de contratos públicos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Teremos que esperar para ver se a ISO 37001 será mais amplamente adotada. Enquanto as empresas utilizarem e compartilharem suas experiências, mais essas conversas reduzirão o poder de práticas corruptas em negócios em todo o mundo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Fonte:&nbsp;https://hbrbr.uol.com.br/empresas-corrupcao/</em></span></p>
<h5 style="text-align: left;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></h5>
<p style="text-align: left;"><strong><em>Professor Saulo Carvalho é Consultor de empresas com atuações no Brasil e América Latina. Mestrado em Gestão e pós-graduado em comunicação e marketing. Ministra disciplinas de Administração, Marketing e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de Administração, Marketing e Engenharia do centro universitário ETEP. Lattes CNPq:<a href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO&nbsp;©</a></p>								</div>
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		<title>Planeje uma reunião melhor com design thinking</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 May 2018 22:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) “Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 3 Nº 1 (2018) REGEM mai 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">“Algumas vezes, quando participo de reuniões, principalmente aquelas em que as pessoas não se mostram comprometidas, calculo o quanto é gasto em tempo dos funcionários. Estimei que uma reunião semanal comum em meu escritório — 50 pessoas sentadas em uma sala de reunião, entediadas e ansiosas — custa cerca de US$177 mil por ano, e certamente este cenário faz-se presente por toda a empresa centenas de vezes por dia. Isso nos esgota e gera cinismo. Tantas reuniões são oportunidades perdidas”.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas sensações — externadas por uma aspirante ao curso de <em>meeting facilitation</em> que ministramos na Georgetown University — parecem-lhe familiares? Provavelmente, de acordo com estas estatísticas sobre reuniões:</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #800080;">• Empresas realizam mais de três bilhões de reuniões por ano.</span><br />
<span style="color: #800080;">• Executivos gastam de 40 a 50% de suas horas de trabalho — ou 23 horas por semana — em reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 90% dos participantes admitem ficar divagando durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 73% admitem fazer outras atividades durante as reuniões.</span><br />
<span style="color: #800080;">• 25% das reuniões são usadas para discutir assuntos irrelevantes.</span></h3>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao mesmo tempo, o tipo certo de reunião pode ser fundamental para aprimorar a agenda da equipe ou da empresa. Sendo assim, como é possível garantir que as reuniões que você preside não sejam destrutivas, mas produtivas?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Colocando o <strong><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener">design thinking</a></strong> em prática – um conceito popularizado pelo fundador da IDEO, David Kelly e a Stanford d.school -, aplicado primeiramente ao <em>design</em> de objetos físicos, depois a outros produtos, como ferramentas tecnológicas, e, atualmente, a desafios mais complicados em uma ampla variedade de indústrias. A ideia é colocar o “usuário” no cerne da experiência — uma abordagem que também funciona com o <em>design</em> de reuniões.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Comece colocando de lado sua própria expertise e agenda e pensando nas pessoas que serão afetadas pela reunião. <a style="color: #333333;" href="http://ibluemarketing.com.br/marketing-p-de-pessoas-melhore-a-produtividade-da-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gere empatia</strong></a> para com elas fazendo três perguntas:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">1. Quem estará presente e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">2. Quem não estará presente mas, ainda assim, será afetado pela reunião e quais suas necessidades?</span><br />
<span style="color: #333333;">3. De maneira mais ampla, em qual cultura e ambiente você está atuando e quais são alguns dos desafios e oportunidades mais abrangentes?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Procure, de maneira ativa, pelas pessoas que participarão da reunião ou que por ela serão afetados, e converse com elas — pessoalmente, de preferência. Ainda que você tenha reuniões regulares com o mesmo grupo de pessoas, esses breves encontros pessoais podem ajudar a desenvolver confiança, a trazer à tona problemas escondidos e a assegurar que os participantes sintam-se mais envolvidos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Depois, <strong>elabore um esquema</strong> para reunião. Tendo ouvido e observado atentamente, você deve sugerir um objetivo abrangente para a reunião e articular claramente os resultados desejados, que, para serem alcançados, devem estar interligados. Recomendamos que você se questione: caso esta reunião seja um estrondoso sucesso, qual será a consequência em relação ao modo como as pessoas passarão a se sentir, saber e agir? Coloque os resultados desejados em sua agenda para que os envolvidos saibam por que estão participando e possam avaliar juntamente com você se o tempo gasto foi ou não produtivo. De acordo com nossa experiência, as pessoas raramente passam tempo suficiente fazendo essas coisas. As reuniões são frequentemente marcadas sem um objetivo particular em mente — simplesmente para ganhar tempo — e, como consequência, o carro normalmente conduz os bois. Os funcionários se reúnem simplesmente porque acham que devem. Mesmo, e talvez principalmente, rápidas reuniões merecem ter um objetivo evidente e uma clara articulação dos resultados almejados. Isso mantém as pessoas concentradas, fazendo com que sintam que seu tempo está sendo bem empregado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">O terceiro passo é dar à reunião um <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>design criativo</strong></a>. Conhecendo as principais questões a serem abordadas, e qual a feição de uma reunião bem sucedida, deve-se criar a agenda. A tendência das pessoas é, quando muito, preparar as agendas na última hora. Comparamos o <em>design</em> e a execução de reuniões com o aplicativo de navegação Waze: qual a maneira mais rápida, segura e efetiva de se chegar ao seu destino? O primeiro passo, envolver-se completamente com as pessoas, lida com a compreensão de para onde se deseja ir (praia? centro da cidade? montanhas?). O segundo tem a ver com a identificação do destino desejado — seu endereço e localização exatos. O terceiro passo está totalmente relacionado ao caminho. Você deve chegar lá o mais rápido possível? É preciso pegar um desvio? Qual o caminho mais pitoresco? Existem estradas pelas quais você já passou tantas vezes que talvez seja melhor evitar? No que você precisa prestar atenção, quais são os buracos ou congestionamentos existentes em sua equipe?</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essa é a fase em que encorajamos as pessoas a serem “brincalhonas”, a colocar a realidade um pouco de lado e passar por cima de suas ideias inicias e mais “adequadas”. Como seria para você incutir um pouco de diversão em suas reuniões? Começar e terminar de uma maneira inesperada? Usar filmes, imagens, poesia ou música para despertar ideias? Criar uma oportunidade para compartilhamentos pessoais e relacionamentos? Embora isso tudo possa parecer frívolo, é, na verdade, extremamente importante. Reuniões são oportunidades não apenas para fazer com que as coisas aconteçam, mas também para fomentar uma cultura positiva de equipe.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por fim, <a style="color: #333333;" href="https://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/" target="_blank" rel="noopener"><strong>teste seu plano</strong></a> da mesma maneira que um <em>designer</em> de produtos colocaria um protótipo inicial nas mãos do usuário. Em um contexto ligado a reuniões, isso pode ser o compartilhamento do esboço da agenda com os participantes. Suas respostas o ajudarão a conseguir mais empatia, a formular novas perguntas, a ficar ainda mais criativo no <em>design</em> de sua reunião e a aumentar seu potencial para ser bem-sucedido na reunião.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Aqueles que fizeram uso desse processo de <em>design</em> em suas reuniões nos contam que isso teve um impacto substancial tanto na eficácia de tais encontros, como na atitude das pessoas em suas empresas em relação às reuniões. Cada fase possui seus benefícios. A imersão ajuda as pessoas a sentirem que estão sendo ouvidas, assegurando que os líderes das reuniões estejam vinculados aos participantes. Esquematizar leva o líder da reunião a garantir que existam objetivos claros em cada encontro. Usar a imaginação faz com que o <em>design</em> das reuniões seja mais criativo e experimental. Por fim, valer-se do uso de um protótipo — algo tão simples como receber <em>feedback</em> de algumas pessoas acerca de seu plano — faz com que as pessoas sintam-se valorizadas, mais responsabilizadas nas reuniões e mais envolvidas em seus sucessos.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Isso pode parecer algo oneroso para ser realizado em toda reunião mas, com prática, é possível aprender a percorrer esses estágios cada vez mais rapidamente, e então você irá notar que, a longo prazo, este pequeno investimento inicial economiza um tempo considerável. Você terá um número menor de reuniões e aquelas que ocorrerem serão mais produtivas — e até, em alguns casos, divertidas.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/reuniao-melhor-com-design-thinking/</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
<hr />
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		<title>Gestão de Pessoas: Cultive a gratidão, a compaixão e o orgulho na sua equipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 02:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume 2 Nº 1 (2018) REGEM abr 2018 ISSN 2763-8022 (International Standard Serial Number) Gestão de Pessoas: Como líder, quais características você deve cultivar em seus funcionários? Coragem — a capacidade de perseverar diante de desafios? Claro. A disposição de fazer alguns sacrifícios e trabalhar duro para um futuro de sucesso é essencial para os membros&#160;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;"><strong>Volume 2 Nº 1 (2018) REGEM abr 2018</strong></span></p>
<p><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number)</span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>Gestão de Pessoas:</strong> Como líder, quais características você deve cultivar em seus funcionários? Coragem — a capacidade de perseverar diante de desafios? Claro. A disposição de fazer alguns sacrifícios e trabalhar duro para um futuro de sucesso é essencial para os membros de qualquer equipe. Mas acredito que há outro componente tão importante quanto esse: a graça. Não me refiro à capacidade de andar de forma elegante nem a algo religioso. Me refiro às qualidades de decência, respeito e generosidade, que fazem com que uma pessoa seja fácil de lidar.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Considere os resultados do Projeto Oxygen da Google, uma iniciativa de pesquisa de vários anos, projetada para identificar as qualidades do gestor que aumentaram o sucesso de uma equipe. Eles descobriram que fazer com que uma equipe seja produtiva e orientada para resultados é, sim, importante. Mas também é importante ser equilibrado, ter disponibilidade para reuniões individuais, trabalhar com uma equipe no <em>front</em> para resolver problemas, e se interessar pela vida social dos funcionários. De fato, quando se tratava de prever o sucesso, essas qualidades de “caráter” superaram o empenho e a experiência técnica.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Faz sentido. A inovação geralmente requer esforço em equipe. A experiência necessita de cooperação para resolver problemas. E a cooperação exige uma disposição para compartilhar o crédito e para o apoio mútuo, em vez de tentar levar todo o crédito para si mesmo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Então, como gestor, qual é a melhor maneira de instigar coragem e graça em sua equipe? Minha pesquisa mostra que é preciso cultivar três emoções específicas: gratidão, compaixão e orgulho.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas três emoções não só aumentam a paciência e a perseverança, mas também criam vínculos sociais. Na maior parte da história evolutiva humana, a capacidade de sucesso se escorou quase inteiramente na capacidade de formar relacionamentos. As pessoas precisavam ser honestas, justas e diligentes — qualidades que exigem uma disposição de inibir o desejo egoísta de lucrar à custa dos outros. E foram emoções morais como a gratidão, a compaixão, e o orgulho autêntico que motivou essas ações. Por exemplo, a <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/">pesquisa</a> mostrou que, quando as pessoas se sentem agradecidas, ficam dispostas a fazer mais esforço para ajudar os outros, serem leais mesmo com um custo para si próprios, e dividir os lucros de forma igualitária com os parceiros em vez de ficar com mais para si mesmas. Quando sentem compaixão, ficam dispostas a dedicar tempo, esforço, e dinheiro para ajudar os outros. E quando se sentem orgulhosas – um orgulho autêntico baseado em suas habilidades, em oposição a um orgulho arrogante – trabalham mais para ajudar os colegas a resolver problemas. E todos esses comportamentos atraem os outros. As <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/pesquisa-de-clima/">pessoas</a> que expressam gratidão, compaixão e orgulho são vistas positivamente por aqueles que as rodeiam.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas emoções também desenvolvem a coragem. Elas aumentam o valor que as pessoas colocam em metas futuras, comparadas com as do presente, e assim pavimentam o caminho para a perseverança. O trabalho do meu laboratório, por exemplo, mostra que as pessoas induzidas a se sentirem gratas são duas vezes mais pacientes quando se trata de recompensas financeiras. Elas são duas vezes mais dispostas a renunciar a um lucro imediato menor para que possam investir em um ganho de longo prazo. Na mesma linha, as pessoas que sentem orgulho ou compaixão estão dispostas a perseverar em tarefas desafiadoras 30% mais do que aqueles que sentem outras emoções positivas, como a felicidade, precisamente porque o orgulho e a compaixão os induzem a colocar maior valor em recompensas futuras.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao contrário da força de vontade pura e simples, usar essas emoções também ajuda a resolver um problema cada vez mais comum na vida profissional: a solidão. Hoje, a solidão se tornou uma epidemia nos EUA, com 53% dos trabalhadores americanos relatando regularmente que se sentem isolados em suas vidas públicas – um imenso problema dado o impacto da solidão na saúde física e mental. Sentir gratidão, compaixão e orgulho regularmente cria conexões sociais, porque essas emoções fazem com que as pessoas se comportem de maneira mais coletiva e solidária. Por exemplo, as pessoas designadas para participar de intervenções simples para sentir e expressar gratidão demonstram, ao longo do tempo, mais sentimentos de conexão social e satisfação com os relacionamento.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Devido à relação entre essas emoções e a coragem e a conexão social, os gestores que cultivam a gratidão, a compaixão e o orgulho em suas equipe perceberão um aumento na produtividade e no bem-estar de seus funcionários. Por exemplo, Adam Grant e Francesca Gino investigaram a perseverança em um dos ambientes mais marcados pela rejeição: a captação de recursos. Ao longo de duas semanas, eles registraram o número de ligações que os captadores de recursos fizeram para solicitar doações para uma universidade. Entre a primeira e a segunda semana, no entanto, metade dos captores de recursos receberam uma visita do diretor de doações da universidade, que expressou gratidão pelo trabalho. Para se ter uma ideia de como isso afetou os captadores de recursos, Gino e Grant pediram que eles relatassem quão valorizados por seus superiores eles se sentiram.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Na primeira semana do estudo, o desempenho médio de ambos os grupos foi praticamente o mesmo, mas, na segunda semana, os que receberam a mensagem de gratidão aumentaram o esforço de captação de recursos em 50%. O que é particularmente interessante aqui é a maneira como os benefícios da gratidão e do orgulho podem se auto-alimentar. Em outro estudo sobre captação de recursos, Grant e Amy Wrzesniewski descobriram que a gratidão expressada pelos gestores para seus empregados alimentou o orgulho dos funcionários, o que, por sua vez, reforçou sua dedicação.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A compaixão também aumenta a dedicação. Pesquisando mais de 200 pessoas que trabalhavam em unidades diferentes em uma grande instalação de cuidados prolongados, Sigal Barsade e Mandy O’Neil descobriram que aqueles que trabalhavam em unidades caracterizadas por um maior sentimentos de apego social, confiança, aceitação e apoio – uma combinação que também poderia ser chamada de empatia e compaixão – não só mostrou desempenho e compromisso superiores, mas também aumentou a satisfação no trabalho, diminuiu a exaustão e o menor absenteísmo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Gratidão, compaixão e orgulho nos tornam mais dispostos a cooperar e a investir nos outros. Mas, como tais façanhas são obtidas aumentando o valor que a mente coloca em ganhos futuros, eles também nos estimulam a investir em nosso próprio futuro. Assim, eles fazem com que as equipes e os indivíduos que as compõem sejam mais bem-sucedidos e resilientes.</span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>Fonte: http://hbrbr.uol.com.br/cultive-gratidao-equipe/. Acessado em 05 de abril de 2018.</em></span></h6>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
<hr />
<p style="text-align: left;">
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		<title>Design Thinking</title>
		<link>https://oakast.com/design-thinking/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[OakAstiBlue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2018 22:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[professor saulo carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Design Thinking]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Professor Saulo Carvalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Design Thinking é disciplina obrigatória nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o Design Thinking é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><strong>Volume 1 Nº 14 (2018) REGEM mar 2018</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><b>ISSN <strong>2763-8022</strong></b> (International Standard Serial Number). <em>Atualizado em janeiro de 2022.</em></span></p>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>por Prof. Saulo Carvalho</em></span></h6>
<h6 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><em>*direitos reservados ©. Texto com liberdade de citação: </em><em><strong>CARVALHO, Saulo Henrique</strong></em></span></h6>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/">Disciplina obrigatória</a> nas principais e mais respeitadas escolas de administração e engenharia internacionais como Stanford, Berkeley e M.I.T, o <em>Design Thinking</em> é muito mais do que alguns cursos de opaco horizonte alardeiam.</span></p>
<h1 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong>O que é <em>Design Thinking</em>?</strong></span></h1>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">É um processo de construção criativa de uma solução – produto, serviço ou sistema – a partir da desconstrução daquilo que superficialmente o problema tem a apresentar. Significa mergulhar (com técnicas acadêmicas e já testadas) na vivência do problema, ou seja, para entender melhor os problemas que uma pessoa com deficiência visual enfrenta e lhe proporcionar soluções, o <em>Design Thinking</em> propõe que o profissional vende seus olhos e esteja exposto ao mesmo ambiente daquele que não pode enxergar. O <em>Design Think</em> deverá colocar as pessoas envolvidas no cerne do processo de criação. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IMERSÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">como primeira etapa, é fundamental para as gerações de inovações disruptivas que entreguem soluções mais amplas e eficazes e, ao mesmo tempo, com alto caráter de simplicidade em sua aplicação.</span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>IDEAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Nessa etapa, após o envolvimento profundo com as nunces do problema e a participação efetiva das pessoas envolvidas, deverão surgir <em>insights</em> de uma solução que o aborde em 360º e possibilite um passo à terceira etapa. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>PROTOTIPAÇÃO:</strong></a> </span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No <strong><em>Design Thinking</em></strong>, esta etapa não será apenas uma fase de testes mas sim uma evolução da solução pensada mesmo que isso signifique total remodelação do protótipo. No conceito de <strong><em>Design Thinking</em></strong> deverá ser valorizado o caminho percorrido pois mesmo que o protótipo seja inútil inicialmente, acredita-se que nele germina alguma semente que se, remodelada, poderá germinar na solução adequada. </span></p>
<h2 style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/"><strong>APLICAÇÃO:</strong></a></span></h2>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Por último, após longo processo de evolução e prototipagem, surgirão frutos que poderão ser aplicados de forma embrionária (ainda ligada a terceira etapa de melhoria contínua) ou em maior escala: </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">A similaridade do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ao método PDCA (planejar, fazer, checar e agir) inicialmente poderá confundir o leitor. O PDCA fruto de muitos séculos de pensamento filosófico (Copérnico, Telesio, da Vinci, Descartes e outros não menos importantes como os clássicos gregos) surge ou <em>re</em>ssurge no século vinte aperfeiçoado por norte-americanos e japoneses. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Apesar da similaridade entre os dois processos, talvez a maior diferença entre o <strong><em>Design Thinking</em></strong> e o PDCA seja o formato da etapa de IMERSÃO onde os gestores do processo de <strong><em>Design Thinking</em></strong> precisam, de fato, vivenciar as relações do problema apresentado trazendo e valorizando a fundamental importância de todas as pessoas diretamente envolvidas ou impactadas de alguma forma pelo problema. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Então, de forma simplificada, o <strong><em>Design Thinking</em></strong> pode ser definido como um processo estruturado, e ao mesmo tempo orgânico e não estruturado, para a solução mais abrangente e eficaz de problemas tendo o P de pessoas em um ciclo constante de catarse e propagação de ideias, protótipos e aplicações.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Esse processo vem absolutamente ao encontro daquilo que defendo há anos: O <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing</a> não pode e não deve mais ser visto e praticado como somente técnicas que levam o produto certo, no momento certo, no local certo, com o preço adequado ao público correto. Marketing não é somente publicidade! </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/planejamento-reinvente-o-modelo-classico-4-ps/">Marketing é Gestão. Marketing é a administração em equilíbrio de Produto, Preço, Ponto de venda, Promoção, <strong>Pessoas</strong>, Processos, Provas físicas e relatoriais, Opinião pública e Política (micro e macro ambientes)</a> como exposto em Kotler (2010).</span></p>
<blockquote>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Portanto, não trata-se da simples adição de mais cinco P´s aos de Jerome McCarthy da década de 1960, trata-se de entender melhor a extensão, complexidade e beleza dos mercados (<em>markets</em>) e colocar as PESSOAS na centralidade das soluções buscadas por empresas, ONG´s, OSCIPS  ou quaisquer outras organizações que habitam e sobrevivem na seara mercadológica.</span></h3>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #008080;">Prof. Saulo Carvalho</span></h4>
</blockquote>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Um entre inúmeros casos de sucesso de aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> ocorreu no Vietnã que viu seu PIB mais que dobrar entre 1998 (99 bilhões de dólares) e 2016 (205 bilhões de dólares) segundo a <em>Trading Economics</em>. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">No início da década de 1990 o governo vietnamita se deparou com um quadro de 65% de subnutrição em crianças de até cinco anos de idade constatado em pelo menos dez mil vilarejos do país. Um sério problema para um país que almeja crescimento e desenvolvimento econômico. </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Mas no lugar de criar programas de alimentação em nível nacional com o fornecimento de alimentos como a maioria dos governantes gostaria, e que teria claramente um elevado custo, o governo adotou a aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> enviando equipes para melhor observar os hábitos culinários e alimentares daquela população (imersão). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Essas observações vieram constatar que crianças de alguns vilarejos não eram afetadas pela subnutrição, em função, justamente, de algumas culturas e hábitos diferenciados dos demais. Isso direcionou a estudos mais profundos sobre as características bioquímicas desses alimentos e pavimentou a ideia (ideação) de criar equipes volantes (prototipação) para aprendizagem e difusão de boas e novas práticas alimentares e preparação de alimentos em maior escala por todo país (aplicação). </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Ao fim da aplicação do <strong><em>Design Thinking</em></strong> pelo governo vietnamita, constatou-se uma inversão importante: os levantamentos apontaram que frente aos 65% de crianças subnutridas, a técnica adotada com um investimento muito menor de recursos, elevou a taxa de nutrição adequada a 80% das crianças.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;">Para saber mais como implementar o <strong>Design Thinking</strong> como ferramenta de inovação e aplicação de <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">projetos, treinamentos e processos</a> em sua empresa, faça <a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/treinamentos/">contato com a iBlueMarketing Consultoria em Marketing e Gestão de Negócios</a>. Teremos enorme prazer em ajudar!</span></p>
<h5 style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><em>Citação a CARVALHO, Saulo Henrique.</em></span></h5>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><b><i>Professor </i></b><b><i>Mestre </i></b><b><i>Saulo Carvalho </i></b><i>é Mestre em Gestão e Planejamento (</i><b><i>UNITAU</i></b><i>) stricto-sensu. </i><i>Pós-Graduado em Comunicação e Marketing Empresarial (</i><b><i>UMESP</i></b><i>) lato-sensu, Graduado em Administração de Marketing (</i><b><i>UMESP</i></b><i>). Admitido em regime especial ao </i><b><i>Doutorado</i></b><i> sobre Pesquisa Operacional (</i><b><i>ITA – Instituto Tecnológico de Aeronáutica </i></b><i>e</i><b><i> Universidade Federal de São Paulo</i></b><i>).</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><i>Consultor com atuações no Brasil e América Latina. Ministra disciplinas de Administração, Marketing, Pesquisa e Planejamento Estratégico aos cursos superiores de </i><b><i>Administração, Marketing e Engenharia</i></b><i>. É pesquisador sobre Gestão, Marketing e Ambiente Econômico. Desenvolve e aplica pesquisas científicas sobre Gestão e Marketing.</i></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #808080;"><strong><em>Lattes CNPq: <a style="color: #808080;" href="http://lattes.cnpq.br/4888421957045803">http://lattes.cnpq.br/4888421957045803</a></em></strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Referências: </em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Kotler, PHILIP. Marketing 3.0. As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano. Elsevier Brasil, 2010.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #999999;"><em>Stanford Social Innovation Review &#8211; https://ssir.org/articles/entry/design_thinking_for_social_innovation. Acesso em 24/03/2018.</em></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><a style="color: #333333;" href="https://ibluemarketing.com.br/politica-de-privacidade-e-termos-de-uso/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">LEIA OS TERMOS DE USO ©</a></span></p>
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